Uma equipa liderada por investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa conseguiu reduzir, em laboratório, a formação de agregados da proteína Tau, cuja acumulação no cérebro está associada à doença de Alzheimer.
A investigação recorreu a pequenos fragmentos de anticorpos para bloquear este processo. Embora os resultados ainda não representem um tratamento clínico, os investigadores esperam que o trabalho possa abrir novas possibilidades para atrasar processos neurodegenerativos.
O estudo contribui para a investigação sobre os mecanismos envolvidos na doença de Alzheimer e para o desenvolvimento de futuras abordagens terapêuticas.
Fonte: Expresso