Portugal já tem um acelerador integrado na rede de aceleradores da NATO DIANA (Defence Innovation Accelerator for the North Atlantic). Esta integração resulta da parceria estratégica entre a idD Portugal Defence e o Instituto Pedro Nunes (IPN), que é o gestor operacional do acelerador.
A ativação do acelerador português da NATO DIANA ocorre num momento em que duas das start-ups incubadas no IPN — a Neuraspace (inteligência artificial para gestão de tráfego espacial) e a Connect Robotics (logística autónoma de entrega por drones) — foram recentemente selecionadas a nível nacional para integrar a rede de inovadores da DIANA, comprovando a competitividade internacional da tecnologia desenvolvida em Portugal.
A integração coloca Portugal “no centro do desenvolvimento de tecnologias emergentes e disruptivas de duplo uso”, pode ler-se em comunicado enviado.
A rede DIANA foi criada para identificar e acelerar soluções tecnológicas com aplicação em áreas críticas de segurança e resiliência dos 32 países aliados. O objetivo é apoiar empresas e startups no desenvolvimento de inovação com potencial de aplicação tanto civil como militar, pode ler-se no site da aliança militar.
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