O setor português da ourivesaria e relojoaria chegou ao final de 2025 com um volume de negócios de 1300 milhões de euros, indica a AORP - Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal em comunicado.
Num ano definido pela associação como desafiante, o setor registou exportações próximas dos 400 milhões de euros. Resultados que “são prova do valor do trabalho desenvolvido” pelas empresas portuguesas e “da relevância internacional” da ourivesaria e relojoaria nacionais, sublinha.
Na mensagem, a direção da associação destaca os “desafios significativos” que o setor enfrentou em 2025, como o aumento contínuo do preço dos materiais preciosos e a concorrência crescente por parte de países com mão de obra mais barata, que “colocam pressão adicional” sobre as empresas portuguesas e sobre a sustentabilidade da sua atividade.
Ainda assim, a AORP, que reúne quase 500 associados, mostra-se confiante na indústria nacional: “Acreditamos no saber-fazer português, na qualidade do que produzimos no nosso país e na força de um setor que é, simultaneamente, tradicional e inovador.”
E conclui: “Partimos juntos para 2026, com a expectativa e a convicção de continuarmos a crescer enquanto setor, enfrentando os desafios com união, inovação e confiança no futuro.”
Uma associação empresarial de âmbito nacional, a AORP representa o setor a ourivesaria e relojoaria, abrangendo as atividades da indústria, retalho, comércio grossista e outras relacionadas. Recentemente reeleita, a direção da associação é encabeçada pelo presidente João Faria.
Num ano definido pela associação como desafiante, o setor registou exportações próximas dos 400 milhões de euros. Resultados que “são prova do valor do trabalho desenvolvido” pelas empresas portuguesas e “da relevância internacional” da ourivesaria e relojoaria nacionais, sublinha.
Na mensagem, a direção da associação destaca os “desafios significativos” que o setor enfrentou em 2025, como o aumento contínuo do preço dos materiais preciosos e a concorrência crescente por parte de países com mão de obra mais barata, que “colocam pressão adicional” sobre as empresas portuguesas e sobre a sustentabilidade da sua atividade.
Ainda assim, a AORP, que reúne quase 500 associados, mostra-se confiante na indústria nacional: “Acreditamos no saber-fazer português, na qualidade do que produzimos no nosso país e na força de um setor que é, simultaneamente, tradicional e inovador.”
E conclui: “Partimos juntos para 2026, com a expectativa e a convicção de continuarmos a crescer enquanto setor, enfrentando os desafios com união, inovação e confiança no futuro.”
Uma associação empresarial de âmbito nacional, a AORP representa o setor a ourivesaria e relojoaria, abrangendo as atividades da indústria, retalho, comércio grossista e outras relacionadas. Recentemente reeleita, a direção da associação é encabeçada pelo presidente João Faria.