Portugal Wines Go Global, Região dos Vinhos Verdes, Távora-Varosa e Trás-os-Montes, decorre de 11 de maio a 1 de julho de 2026, em formato híbrido, dirigindo-se a adegas e outras empresas do setor vitivinícola. A iniciativa tem como objetivo reforçar competências, atualizar conhecimentos e apoiar a definição de estratégias de exportação ajustadas à realidade e ambição de cada organização.
O setor vitivinícola destas regiões afirma-se como um eixo estruturante do seu desenvolvimento, onde a viticultura assume um papel central na geração de valor, atração de investimento e afirmação da identidade territorial.
Num contexto de forte exigência e concorrência globais, bem como de rápida evolução dos hábitos de consumo, a exportação desempenha um papel cada vez mais relevante na valorização, crescimento e sustentabilidade das empresas do setor.
Neste enquadramento, a internacionalização deixou de ser apenas uma oportunidade para se afirmar como uma dimensão estratégica do desenvolvimento empresarial, permitindo diversificar mercados, aumentar escala, reforçar o posicionamento das marcas e reduzir a dependência do mercado interno.
Através de uma abordagem integrada que abrange temas como os principais passos para exportar, marketing internacional, mercados e novos canais de distribuição, tendências de consumo, inovação, sustentabilidade e enoturismo, esta ação, composta por 8 módulos num total de 16 horas, pretende contribuir para o fortalecimento da presença dos vinhos destas regiões nos mercados internacionais.
O setor das “Duas Rodas”
No setor das “Duas Rodas”, Portugal liderou em 2024 as exportações do setor para o mercado húngaro, com um valor de 4,6 milhões de euros. Em 2025, Portugal continua em primeiro lugar como país fornecedor do mercado húngaro no setor das “Duas Rodas” (com 4,7 milhões de euros), seguido da Itália (4,2 milhões) e Roménia (3,9 milhões).
De referir o prestígio e o “bom nome” que a indústria portuguesa das “Duas Rodas” tem na Hungria, o que é confirmado quer pelos artigos nas publicações setoriais, quer junto dos importadores e distribuidores húngaros. Importa salientar que na Hungria o setor conta com 680 empresas entre fabricantes, importadores e distribuidores.
A Hungria com uma produção de cerca de meio milhão de bicicletas, posiciona-se em sétimo lugar na União Europeia, num ranking em que Portugal surge em primeiro lugar.
Estes aspetos contribuem em larga escala para criar um ambiente de negócios mais favorável e seguro para as empresas portuguesas do setor das bicicletas, componentes e acessórios que queiram trabalhar com o mercado húngaro.
Inscreva-se no Em Foco Hungria – Setor das Duas Rodas e fique a conhecer melhor as oportunidades deste setor e deste mercado.