As trocas comerciais entre Brasil e China cresceram 8,2% em termos homólogos, em 2025, para o valor recorde de 171 mil milhões de dólares (146 mil milhões de euros), segundo dados divulgados esta quarta-feira, 14, pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).
A China manteve-se como o principal parceiro comercial do Brasil, superando com larga vantagem os Estados Unidos, com quem o comércio bilateral somou 83 mil milhões de dólares (71 mil milhões de euros) no mesmo período.
De acordo com o CEBC, o excedente comercial brasileiro com a China foi de 29,1 mil milhões de dólares (25 mil milhões de euros), o equivalente a 43% de todo o saldo positivo do país com o mundo.
Diário de Notícias