Em curso estão os procedimentos de desenvolvimento técnico, operacional, tecnológico e de produtos, com reuniões entre o Banco de Fomento e a Allianz Trade (Cosec).
O Banco Português de Fomento ficará com a responsabilidade, atribuída pelo Estado Português, para gerir os seguros de crédito à exportação, adiantou o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, em resposta à Lusa.
Portugal terá assim uma Agência de Crédito à Exportação (ECA), de controlo nacional, cuja integração pelo Banco de Fomento está prevista para janeiro de 2026.
Com esta operação pretende-se construir um portfólio de garantias para seguros de crédito para que o BPF seja um ativador das exportações portuguesas.
Conforme precisou o ministério tutelado por Castro Almeida, esta decisão não envolve qualquer transação financeira.
Em curso estão os procedimentos de desenvolvimento técnico, operacional, tecnológico e de produtos, com reuniões entre o Banco de Fomento e a Allianz Trade (Cosec).
A necessidade de ter uma resposta de seguro de crédito mais próxima dos exportadores torna-se ainda mais premente num contexto em que as empresas precisam de alargar e diversificar clientes e mercados externos, afirmou o ministro da Economia, Castro Almeida.
Questionada pela Lusa, a Allianz Trade esclareceu que tem duas soluções distintas seguros de crédito e caução e os seguros de crédito, caução e investimento, com garantia do Estado.
A primeira é contratada pela Allianz Trade, como seguradora, nos ramos de crédito e caução.
Já nos seguros de crédito, caução e investimento, gestão confiada à empresa pelo Estado, que subscreve o risco, a empresa subscreve o risco, recebe os prémios e paga indemnizações.
Esta atividade é desenvolvida ao abrigo de um mandato legal conferido pelo Estado português à Cosec, estando ainda a ser definido como é que esta atividade irá ser assegurada no futuro, precisou, assegurando que a Cosec não está em vias de ser vendida.
A Cosec utiliza a marca comercial Allianz Trade, desde junho de 2024.
A Lusa contactou também o Banco de Fomento, mas não obteve resposta.
O Banco Português de Fomento ficará com a responsabilidade, atribuída pelo Estado Português, para gerir os seguros de crédito à exportação, adiantou o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, em resposta à Lusa.
Portugal terá assim uma Agência de Crédito à Exportação (ECA), de controlo nacional, cuja integração pelo Banco de Fomento está prevista para janeiro de 2026.
Com esta operação pretende-se construir um portfólio de garantias para seguros de crédito para que o BPF seja um ativador das exportações portuguesas.
Conforme precisou o ministério tutelado por Castro Almeida, esta decisão não envolve qualquer transação financeira.
Em curso estão os procedimentos de desenvolvimento técnico, operacional, tecnológico e de produtos, com reuniões entre o Banco de Fomento e a Allianz Trade (Cosec).
A necessidade de ter uma resposta de seguro de crédito mais próxima dos exportadores torna-se ainda mais premente num contexto em que as empresas precisam de alargar e diversificar clientes e mercados externos, afirmou o ministro da Economia, Castro Almeida.
Questionada pela Lusa, a Allianz Trade esclareceu que tem duas soluções distintas seguros de crédito e caução e os seguros de crédito, caução e investimento, com garantia do Estado.
A primeira é contratada pela Allianz Trade, como seguradora, nos ramos de crédito e caução.
Já nos seguros de crédito, caução e investimento, gestão confiada à empresa pelo Estado, que subscreve o risco, a empresa subscreve o risco, recebe os prémios e paga indemnizações.
Esta atividade é desenvolvida ao abrigo de um mandato legal conferido pelo Estado português à Cosec, estando ainda a ser definido como é que esta atividade irá ser assegurada no futuro, precisou, assegurando que a Cosec não está em vias de ser vendida.
A Cosec utiliza a marca comercial Allianz Trade, desde junho de 2024.
A Lusa contactou também o Banco de Fomento, mas não obteve resposta.