Segundo o Expresso, o contributo das fontes renováveis para o consumo de eletricidade em Portugal alcançou no primeiro trimestre um valor histórico, o mais alto desde 1978, segundo os registos da REN, com março a chegar a 91% de energias limpas no sistema elétrico.
As fontes renováveis cobriram em março 91% do consumo de eletricidade do país, um contributo que ficou acima dos 88% de fevereiro e dos 81% de janeiro, revelou a REN - Redes Energéticas Nacionais, em comunicado divulgado esta segunda-feira. E considerando o total do primeiro trimestre, as renováveis abasteceram 89% do consumo de eletricidade, o valor mais alto para um primeiro trimestre desde 1978.
A REN lembra que na década de 1970 o sistema elétrico nacional não tinha ainda uma componente termoelétrica relevante, e a hídrica liderava destacada a produção de eletricidade no país. Nas décadas seguintes o país apostou em centrais a carvão e a gás natural, e depois do ano 2000 o sistema elétrico começou a contar com um peso crescente de outras fontes renováveis além da hídrica, sobretudo a eólica e, mais recentemente, a solar.
Neste primeiro trimestre do ano, o índice de produtibilidade hidroelétrica ficou em 1,38 (sendo a média histórica 1), o de eólica em 1,07 e o de solar em 0,87. De acordo com a REN a energia hidroelétrica foi responsável por abastecer 47% do consumo de eletricidade, a eólica 31%, a fotovoltaica 6% e a biomassa 5%. A produção a gás natural abasteceu 11% do consumo, enquanto o saldo de trocas com estrangeiro foi ligeiramente exportador, equivalendo a cerca de 1% do consumo nacional.
No mês de março a energia hidroelétrica registou um índice de produtibilidade de 1,78 e um novo máximo de potência entregue à rede de 7280 MW no dia 11. O índice de produtibilidade eólico situou-se nos 1,15 enquanto o solar registou um índice de produtibilidade de 0,86. O saldo mensal de trocas com o estrangeiro foi exportador, o que acontece pela primeira vez este ano, equivalendo a cerca de 11% do consumo nacional.
Considerando apenas o mês de março, o consumo de energia elétrica registou um crescimento homólogo de 1,6%, ou 2,9% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis, enquanto no trimestre deu-se uma subida de 1,1%, ou 2,6% com correção da temperatura e dias úteis.
As fontes renováveis cobriram em março 91% do consumo de eletricidade do país, um contributo que ficou acima dos 88% de fevereiro e dos 81% de janeiro, revelou a REN - Redes Energéticas Nacionais, em comunicado divulgado esta segunda-feira. E considerando o total do primeiro trimestre, as renováveis abasteceram 89% do consumo de eletricidade, o valor mais alto para um primeiro trimestre desde 1978.
A REN lembra que na década de 1970 o sistema elétrico nacional não tinha ainda uma componente termoelétrica relevante, e a hídrica liderava destacada a produção de eletricidade no país. Nas décadas seguintes o país apostou em centrais a carvão e a gás natural, e depois do ano 2000 o sistema elétrico começou a contar com um peso crescente de outras fontes renováveis além da hídrica, sobretudo a eólica e, mais recentemente, a solar.
Neste primeiro trimestre do ano, o índice de produtibilidade hidroelétrica ficou em 1,38 (sendo a média histórica 1), o de eólica em 1,07 e o de solar em 0,87. De acordo com a REN a energia hidroelétrica foi responsável por abastecer 47% do consumo de eletricidade, a eólica 31%, a fotovoltaica 6% e a biomassa 5%. A produção a gás natural abasteceu 11% do consumo, enquanto o saldo de trocas com estrangeiro foi ligeiramente exportador, equivalendo a cerca de 1% do consumo nacional.
No mês de março a energia hidroelétrica registou um índice de produtibilidade de 1,78 e um novo máximo de potência entregue à rede de 7280 MW no dia 11. O índice de produtibilidade eólico situou-se nos 1,15 enquanto o solar registou um índice de produtibilidade de 0,86. O saldo mensal de trocas com o estrangeiro foi exportador, o que acontece pela primeira vez este ano, equivalendo a cerca de 11% do consumo nacional.
Considerando apenas o mês de março, o consumo de energia elétrica registou um crescimento homólogo de 1,6%, ou 2,9% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis, enquanto no trimestre deu-se uma subida de 1,1%, ou 2,6% com correção da temperatura e dias úteis.