Com uma população de 45,8 milhões de habitantes e um PIB nominal de 694,5 mil milhões de USD, de acordo com estimativas da EIU referentes a 2025, a Argentina posiciona‑se como a 3ª maior economia da América Latina, depois do Brasil e do México.
O país possui boas infraestruturas, mão de obra qualificada e elevada literacia para a região, uma produção agropecuária forte e orientada para a exportação, uma indústria de base diversificada e riqueza de recursos naturais (petróleo, gás natural, lítio, entre outros).
Ainda assim, a economia é frágil e historicamente instável, prejudicada pela incerteza e inconsistência das polı́ticas implementadas e por perı́odos de grande instabilidade polı́tico‑social, em especial nas últimas décadas.
Segundo dados da EIU, a atividade económica contraiu em 2024 (‑1,3%), estimando‑se uma retoma em 2025 (4,5%) e prevê‑se para 2026 um valor de 3,2%.
Na atualidade, os principais desafios da Argentina prendem‑se com o controlo do débito, a inflação extremamente elevada, apesar da forte desaceleração face ao pico de 2024 (219,8%), estimando‑se em 41,5% para 2025 e, prevendo‑se, em 2026 um valor de 24,1% e o excesso de dívida pública (82,4% em 2024, estimando‑se em 69,4% em 2025 e prevendo‑se um valor de 58,2% em 2026).
O país possui boas infraestruturas, mão de obra qualificada e elevada literacia para a região, uma produção agropecuária forte e orientada para a exportação, uma indústria de base diversificada e riqueza de recursos naturais (petróleo, gás natural, lítio, entre outros).
Ainda assim, a economia é frágil e historicamente instável, prejudicada pela incerteza e inconsistência das polı́ticas implementadas e por perı́odos de grande instabilidade polı́tico‑social, em especial nas últimas décadas.
Segundo dados da EIU, a atividade económica contraiu em 2024 (‑1,3%), estimando‑se uma retoma em 2025 (4,5%) e prevê‑se para 2026 um valor de 3,2%.
Na atualidade, os principais desafios da Argentina prendem‑se com o controlo do débito, a inflação extremamente elevada, apesar da forte desaceleração face ao pico de 2024 (219,8%), estimando‑se em 41,5% para 2025 e, prevendo‑se, em 2026 um valor de 24,1% e o excesso de dívida pública (82,4% em 2024, estimando‑se em 69,4% em 2025 e prevendo‑se um valor de 58,2% em 2026).