Exportações rumam a paragens "exóticas" como Turquia, Taiwan, Egito ou os Emirados Árabes. Alemanha foi o destino que mais cresceu.
Tarifas abrem a novas rotas: onde crescem as exportações
Para fugir às tarifas norte-americanas, as exportações nacionais reorientaram-se para mercados alternativos. A Alemanha foi o destino que mais cresceu, mas na lista surgem também alguns destinos mais "exóticos" como a Turquia, Taiwan, Egito ou os Emirados Árabes Unidos.
As exportações portuguesas de bens resistiram ao abalo provocado pelas tarifas de Donald Trump e fecharam 2025 a crescer (ainda que de forma ténue) 0,5%. A aposta em destinos alternativos permitiu amortecer o tombo de 13,4% nas vendas para os Estados Unidos, com a Alemanha e outros mercados mais "pequenos" como a Turquia, Ucrânia, Taiwan e Emirados Árabes Unidos a mostrarem um forte dinamismo.
A Alemanha foi o destino para onde as exportações lusas mais cresceram, num ano de grande incerteza devido a política comercial imprevisível dos Estados Unidos. As vendas para o mercado alemão dispararam 14,5% para 11,1 mil milhões de euros, o que se traduziu num aumento, em termos absolutos, de 1,4 mil milhões de euros. Esse forte crescimento permitiu aos alemães consolidarem-se como segundos maiores clientes nacionais, depois de terem superado os franceses em 2024. Para Berlim, seguiram sobretudo medicamentos, automóveis, calçado, têxteis e cortiça.
Angola, que chegou a ser em tempos o quarto maior mercado das exportações portuguesas, também ganhou tração em alternativa aos Estados Unidos. As vendas de mercadorias "made in Portugal" para o mercado angolano - com destaque para maquinaria, medicamentos e produtos químicos - aumentaram 6,1%, em termos homólogos, para 1,1 mil milhões de euros (mais 63 milhões, em termos absolutos). Essa subida permitiu a Angola regressar ao top 10 de maiores clientes nacionais, que concentra 75% das exportações portuguesas.
Na "liga dos pequenos", houve também várias surpresas. A Turquia foi o segundo país, em termos absolutos, a registar um maior acréscimo nas exportações nacionais, com destaque para automóveis, papel e cortiça No conjunto do ano, as vendas para o mercado turco subiram 32,5% para 910 milhões de euros, o correspondente a mais 222 milhões face ao ano anterior. Seguiu-se a Ucrânia, onde as exportações portuguesas mais do que duplicaram para 191 milhões de euros, mais 100 milhões do que em 2024. Para Kiev, foram exportados automóveis, drones, madeira e produtos alimentares.
Noutra ponta do globo, verifi- cou-se também um crescimento expressivo nas vendas para Taiwan. As exportações para a ilha que Portugal não reconhece como país e que é reivindicada pela China aumentaram 39,2% para 211 milhões de euros (mais 60 milhões). Paralá, seguiram sobretudo máquinas e equipamentos elétricos.
A par com a Alemanha, a Irlanda e Hungria são os países da União Europeia (UE) que integram alista de dez mercados para onde as exportações lusas mais cresceram. No ano passado, as vendas de mercadorias para o mercado irlandês aumentaram 12,4% para534milhões (mais 59 milhões), com destaque parame- dicamentos e produtos químicos. Já as exportações para a Hungria subiram 13,5% para 472 milhões (mais 56 milhões), com maquinaria e automóveis.
Destinos mais "exóticos", como os Emirados Árabes Unidos e o Egito, ganharam também peso. Portugal exportou mais 26,6% para os Emirados Árabes Unidos, num total de 267 milhões (mais 56 milhões que em 2024). Maquinaria, plástico, borracha e metais comuns foram os produtos com mais peso nas vendas para os emirados. No caso do Egito, as vendas lusas cresceram 18,4% para 264 milhões (mais 41 milhões), com produtos alimentares e papel a sobressaírem.
O Canadá aparece a fechar o top 10 de países para onde as exportações portuguesas mais se "desviaram" num contexto internacional marcado pelas tarifas norte-americanas. O país recebeu 435 milhões de euros em mercadorias com selo nacional, um valor que traduz um aumento homólogo de 10% (mais 39 milhões). Para o país que faz fronteira a norte com os Estados Unidos, foram exportados sobretudo têxteis, calçado, plástico e vinho e outras bebidas alcoólicas.
Com aumentos também acima das dezenas de milhões, é de salientar ainda o dinamismo observado nas exportações lusas para países europeus que costumam estar mais fora do radar nacional como a Noruega, Roménia, Chéquia ou a Dinamarca. Noutras geografias igualmente menos comuns, observaram-se crescimentos absolutos superiores a 10 milhões em países como o Paquistão, Panamá, Tunísia ou Togo.
A expectativa das instituições internacionais que acompanham a economia portuguesa é que, depois da desaceleração provocada pelas tarifas, as exportações possam recuperar de forma gradual este ano e nos próximos. Os constantes avanços e recuos de Donald Trump em relação a política comercial norte-americana podem, contudo, atrasar esse processo, já que, em contexto de grande incerteza, as empresas tendem a exportar menos.
13,4%
TOMBO
A aposta em destinos alternativos permitiu amortecer o tombo de 13,4% registado nas vendas para os Estados Unidos,
Calçado bate Espanha e Itália no crescimento das vendas ao exterior
O setor exportou no ano passado 68 milhões de pares de calçado, no valor de 1,7 mil milhões de euros, mais 0,8% do que em 2024.
Num quadro global de elevada instabilidade económica e comercial, a indústria portuguesa de calçado, que exporta mais de 95% da sua produção, fechou 2025 a exportar o mesmo número de pares, 68 milhões, mas a aumentar em 0,8% afaturação para 1.718 milhões de euros, face ao ano anterior.
Apresar de ter registado um crescimento muito moderado, a evolução das exportações portuguesas de calçado assume maior relevância quando analisada à luz da evolução dos principais concorrentes internacionais.
"Países tradicionalmente dominantes no setor registaram quebras nas exportações, nomeadamente dois dos principais concorrentes diretos de Portugal: a Itália, com uma redução de 1%, e Espanha, com uma diminuição de 3%", realça a associação portuguesa do setor (APICCAPS), num comunicado em que esmiúça os dados do INE sobre esta matéria
Entre os grandes produtores mundiais, destaca ainda a China, responsável por mais de 50% da produção global, que registou um recuo de 11%, enquanto a Turquia apresentou uma descida de 13%. Também o Brasil registou uma contração próxima de 2%.
O crescimento das vendas do calçado português no exterior foi sustentado, sobretudo, pelo desempenho nos mercados europeus, ao registar um aumento de 3,3% para 1,42 mil milhões de euros, ao mesmo tempo que procurou mitigar os efeitos da instabilidade verificada no mercado norte-ameri- cano, onde enfrentou mais maiores dificuldades em 2025, registando uma quebra de 12,3%, para 84 milhões de euros, em relação ao ano anterior.
Para o diretor executivo da APICCAPS, "os resultados evidenciam a capacidade de adaptação e a competitividade da indústria portuguesa de calçado num contexto internacional particularmente difícil".
Paulo Gonçalves sublinha que "o setor enfrenta um cenário global marcado por crescente incerteza e volatilidade comercial, com os mercados de referência, como a Alemanha e a França, a revelarem sinais de recuperação lenta e moderada, ao mesmo tempo que persiste um quadro de forte instabilidade nos Estados Unidos".
O responsável alerta, ainda, para o fato de o retalho independente europeu continuar "a atravessar um processo de reestruturação muito significativo, com o desaparecimento de milhares de postos de venda, que em muito tem penalizado as empresas portuguesas".
De resto, "estes resultados confirmam a importância da aposta da indústria portuguesa nos segmentos de maior valor acrescentado, privilegiando qualidade, design, inovação e rapidez de resposta aos mercados", enfatiza Paulo Gonçalves.
Ainda assim, sinaliza que "a manutenção da competitividade internacional exige que as empresas prossigam um esforço contínuo de modernização, investimento e adaptação às novas dinâmicas do comércio global".
As vendas ao exterior subiram 0,8% em valor. Itália sofreu uma queda de 1% e Espanha de 3%.
Metal com recorde de 24,2 mil milhões
Após terem fechado 2023 com o recorde de 24.017 milhões de euros, que baixou para 23.492 milhões no ano seguinte, as exportações da indústria metalúrgica e metalomecânica somaram no ano passado 24.169 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre do setor.
Em dezembro, as exportações desta indústria registaram uma subida homóloga de 3,5%,para 1.792 milhões de euros, apesar das perturbações significativas causadas pela crise nas alfândegas devido à implementação deficiente do novo sistema informático.
"É um resultado notável, tendo em conta que o mês de dezembro ficou marcado por atrasos muito significativos no desalfandegamento de matérias-primas essenciais para as nossas indústrias", sublinha Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP, associação do setor mais exportador de Portugal, em comunicado.
Três quartos das exportações seguiram para países da UE, não havendo alterações na lista dos maiores parceiros comerciais - Espanha, Alemanha, França, Reino Unido e Itália, assim como os EUA
As exportações do setor representam 33% de toda a indústria transformadora portuguesa, com a taxa de crescimento anual a acelerar de 2% para 3%, mas enfrenta uma pressão crescente sobre a competitividade europeia e nacional.
Neste contexto, Rafael Campos Pereira vê com "muito bons olhos os acordos assinados entre a UE e o Mercosul, e entre a UE e a índia", sendo que "Portugal deve saber aproveitar as oportunidades que vão seguramente surgir".
Tarifas abrem a novas rotas: onde crescem as exportações
Para fugir às tarifas norte-americanas, as exportações nacionais reorientaram-se para mercados alternativos. A Alemanha foi o destino que mais cresceu, mas na lista surgem também alguns destinos mais "exóticos" como a Turquia, Taiwan, Egito ou os Emirados Árabes Unidos.
As exportações portuguesas de bens resistiram ao abalo provocado pelas tarifas de Donald Trump e fecharam 2025 a crescer (ainda que de forma ténue) 0,5%. A aposta em destinos alternativos permitiu amortecer o tombo de 13,4% nas vendas para os Estados Unidos, com a Alemanha e outros mercados mais "pequenos" como a Turquia, Ucrânia, Taiwan e Emirados Árabes Unidos a mostrarem um forte dinamismo.
A Alemanha foi o destino para onde as exportações lusas mais cresceram, num ano de grande incerteza devido a política comercial imprevisível dos Estados Unidos. As vendas para o mercado alemão dispararam 14,5% para 11,1 mil milhões de euros, o que se traduziu num aumento, em termos absolutos, de 1,4 mil milhões de euros. Esse forte crescimento permitiu aos alemães consolidarem-se como segundos maiores clientes nacionais, depois de terem superado os franceses em 2024. Para Berlim, seguiram sobretudo medicamentos, automóveis, calçado, têxteis e cortiça.
Angola, que chegou a ser em tempos o quarto maior mercado das exportações portuguesas, também ganhou tração em alternativa aos Estados Unidos. As vendas de mercadorias "made in Portugal" para o mercado angolano - com destaque para maquinaria, medicamentos e produtos químicos - aumentaram 6,1%, em termos homólogos, para 1,1 mil milhões de euros (mais 63 milhões, em termos absolutos). Essa subida permitiu a Angola regressar ao top 10 de maiores clientes nacionais, que concentra 75% das exportações portuguesas.
Na "liga dos pequenos", houve também várias surpresas. A Turquia foi o segundo país, em termos absolutos, a registar um maior acréscimo nas exportações nacionais, com destaque para automóveis, papel e cortiça No conjunto do ano, as vendas para o mercado turco subiram 32,5% para 910 milhões de euros, o correspondente a mais 222 milhões face ao ano anterior. Seguiu-se a Ucrânia, onde as exportações portuguesas mais do que duplicaram para 191 milhões de euros, mais 100 milhões do que em 2024. Para Kiev, foram exportados automóveis, drones, madeira e produtos alimentares.
Noutra ponta do globo, verifi- cou-se também um crescimento expressivo nas vendas para Taiwan. As exportações para a ilha que Portugal não reconhece como país e que é reivindicada pela China aumentaram 39,2% para 211 milhões de euros (mais 60 milhões). Paralá, seguiram sobretudo máquinas e equipamentos elétricos.
A par com a Alemanha, a Irlanda e Hungria são os países da União Europeia (UE) que integram alista de dez mercados para onde as exportações lusas mais cresceram. No ano passado, as vendas de mercadorias para o mercado irlandês aumentaram 12,4% para534milhões (mais 59 milhões), com destaque parame- dicamentos e produtos químicos. Já as exportações para a Hungria subiram 13,5% para 472 milhões (mais 56 milhões), com maquinaria e automóveis.
Destinos mais "exóticos", como os Emirados Árabes Unidos e o Egito, ganharam também peso. Portugal exportou mais 26,6% para os Emirados Árabes Unidos, num total de 267 milhões (mais 56 milhões que em 2024). Maquinaria, plástico, borracha e metais comuns foram os produtos com mais peso nas vendas para os emirados. No caso do Egito, as vendas lusas cresceram 18,4% para 264 milhões (mais 41 milhões), com produtos alimentares e papel a sobressaírem.
O Canadá aparece a fechar o top 10 de países para onde as exportações portuguesas mais se "desviaram" num contexto internacional marcado pelas tarifas norte-americanas. O país recebeu 435 milhões de euros em mercadorias com selo nacional, um valor que traduz um aumento homólogo de 10% (mais 39 milhões). Para o país que faz fronteira a norte com os Estados Unidos, foram exportados sobretudo têxteis, calçado, plástico e vinho e outras bebidas alcoólicas.
Com aumentos também acima das dezenas de milhões, é de salientar ainda o dinamismo observado nas exportações lusas para países europeus que costumam estar mais fora do radar nacional como a Noruega, Roménia, Chéquia ou a Dinamarca. Noutras geografias igualmente menos comuns, observaram-se crescimentos absolutos superiores a 10 milhões em países como o Paquistão, Panamá, Tunísia ou Togo.
A expectativa das instituições internacionais que acompanham a economia portuguesa é que, depois da desaceleração provocada pelas tarifas, as exportações possam recuperar de forma gradual este ano e nos próximos. Os constantes avanços e recuos de Donald Trump em relação a política comercial norte-americana podem, contudo, atrasar esse processo, já que, em contexto de grande incerteza, as empresas tendem a exportar menos.
13,4%
TOMBO
A aposta em destinos alternativos permitiu amortecer o tombo de 13,4% registado nas vendas para os Estados Unidos,
Calçado bate Espanha e Itália no crescimento das vendas ao exterior
O setor exportou no ano passado 68 milhões de pares de calçado, no valor de 1,7 mil milhões de euros, mais 0,8% do que em 2024.
Num quadro global de elevada instabilidade económica e comercial, a indústria portuguesa de calçado, que exporta mais de 95% da sua produção, fechou 2025 a exportar o mesmo número de pares, 68 milhões, mas a aumentar em 0,8% afaturação para 1.718 milhões de euros, face ao ano anterior.
Apresar de ter registado um crescimento muito moderado, a evolução das exportações portuguesas de calçado assume maior relevância quando analisada à luz da evolução dos principais concorrentes internacionais.
"Países tradicionalmente dominantes no setor registaram quebras nas exportações, nomeadamente dois dos principais concorrentes diretos de Portugal: a Itália, com uma redução de 1%, e Espanha, com uma diminuição de 3%", realça a associação portuguesa do setor (APICCAPS), num comunicado em que esmiúça os dados do INE sobre esta matéria
Entre os grandes produtores mundiais, destaca ainda a China, responsável por mais de 50% da produção global, que registou um recuo de 11%, enquanto a Turquia apresentou uma descida de 13%. Também o Brasil registou uma contração próxima de 2%.
O crescimento das vendas do calçado português no exterior foi sustentado, sobretudo, pelo desempenho nos mercados europeus, ao registar um aumento de 3,3% para 1,42 mil milhões de euros, ao mesmo tempo que procurou mitigar os efeitos da instabilidade verificada no mercado norte-ameri- cano, onde enfrentou mais maiores dificuldades em 2025, registando uma quebra de 12,3%, para 84 milhões de euros, em relação ao ano anterior.
Para o diretor executivo da APICCAPS, "os resultados evidenciam a capacidade de adaptação e a competitividade da indústria portuguesa de calçado num contexto internacional particularmente difícil".
Paulo Gonçalves sublinha que "o setor enfrenta um cenário global marcado por crescente incerteza e volatilidade comercial, com os mercados de referência, como a Alemanha e a França, a revelarem sinais de recuperação lenta e moderada, ao mesmo tempo que persiste um quadro de forte instabilidade nos Estados Unidos".
O responsável alerta, ainda, para o fato de o retalho independente europeu continuar "a atravessar um processo de reestruturação muito significativo, com o desaparecimento de milhares de postos de venda, que em muito tem penalizado as empresas portuguesas".
De resto, "estes resultados confirmam a importância da aposta da indústria portuguesa nos segmentos de maior valor acrescentado, privilegiando qualidade, design, inovação e rapidez de resposta aos mercados", enfatiza Paulo Gonçalves.
Ainda assim, sinaliza que "a manutenção da competitividade internacional exige que as empresas prossigam um esforço contínuo de modernização, investimento e adaptação às novas dinâmicas do comércio global".
As vendas ao exterior subiram 0,8% em valor. Itália sofreu uma queda de 1% e Espanha de 3%.
Metal com recorde de 24,2 mil milhões
Após terem fechado 2023 com o recorde de 24.017 milhões de euros, que baixou para 23.492 milhões no ano seguinte, as exportações da indústria metalúrgica e metalomecânica somaram no ano passado 24.169 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre do setor.
Em dezembro, as exportações desta indústria registaram uma subida homóloga de 3,5%,para 1.792 milhões de euros, apesar das perturbações significativas causadas pela crise nas alfândegas devido à implementação deficiente do novo sistema informático.
"É um resultado notável, tendo em conta que o mês de dezembro ficou marcado por atrasos muito significativos no desalfandegamento de matérias-primas essenciais para as nossas indústrias", sublinha Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP, associação do setor mais exportador de Portugal, em comunicado.
Três quartos das exportações seguiram para países da UE, não havendo alterações na lista dos maiores parceiros comerciais - Espanha, Alemanha, França, Reino Unido e Itália, assim como os EUA
As exportações do setor representam 33% de toda a indústria transformadora portuguesa, com a taxa de crescimento anual a acelerar de 2% para 3%, mas enfrenta uma pressão crescente sobre a competitividade europeia e nacional.
Neste contexto, Rafael Campos Pereira vê com "muito bons olhos os acordos assinados entre a UE e o Mercosul, e entre a UE e a índia", sendo que "Portugal deve saber aproveitar as oportunidades que vão seguramente surgir".