Insígnia criada por duas empreendedoras aposta em edições limitadas e em coleções-cápsula, estas desenhadas em exclusivo por conhecidos arquitetos, designers de moda e outros criadores artísticos.
Brigitte Costa e Bruna Cabral são as caras que dão identidade à insígnia, que surge para “tornar o requinte mais acessível”, de uma forma multifacetada, com um mundo de “joias intemporais pensadas para pessoas modernas, cosmopolitas e ativas”. Segundo o traço de criadores de diferentes áreas artísticas e inspirações. E a mestria dos ourives portugueses na arte de trabalhar os metais mais nobres.
A Sharma pretende criar linhas de edição limitada e renová-las a cada dois meses. E apostar periodicamente em coleções-cápsula, desenhadas em exclusivo - sempre com uma inspiração de génese - por conhecidos arquitetos, designers e criadores de outras áreas artísticas, na sua maioria conhecidos do grande público.
A primeira colaboração desta índole resultará de uma parceria com o arquiteto Álvaro Siza Vieira e será lançada no mercado até ao final do ano.
A estratégia da Sharma vai ao encontro daquelas que são as principais grandes tendências no estado da arte da moda, ourivesaria e joalharia incluídas, como sejam o comércio online, que está a redefinir as expectativas dos potenciais clientes e empresas; a preferência dos consumidores por marcas próprias, com identidade vincada e fatores distintivos; e, também, a aposta na componente do storytelling e na capacidade de envolver os consumidores nas motivações e inspirações da marca.
O segmento de luxo, com produtos diferenciados e com grande incorporação de qualidade, e a porta do mercado externo são duas das outras vias que a Sharma pretende trilhar, a breve-médio prazo.