Com 60,4 milhões de habitantes (EIU, 2023), a África do Sul é um dos mercados digitais mais desenvolvidos de África (e, mais especificamente, da África Subsariana), mormente no plano das telecomunicações, sendo dotado de boas infraestruturas e ampla cobertura móvel. Não obstante situar-se, ainda, aquém dos mercados ocidentais, tem vindo a progredir com o contributo da evolução tecnológica, das PME, do intenso marketing e da difusão dos canais de compra. Além destas, existem outras razões para as empresas portuguesas exportarem via e-commerce para este mercado:
- E-commerce em crescimento, com expansão do m-commerce e do segmento transfronteiriço, e com potencial para empresas estrangeiras
- País de rendimento médio, com um mercado retalhista e serviços logísticos desenvolvidos
- Mercado competitivo, com diversos vendedores e variedade de oferta
- As vendas online ocorrem, designadamente, nas províncias de Gauteng, Cabo Ocidental e Cuazulo-Natal
- Não se verificam barreiras substanciais à entrada
O e-commerce inclui a venda direta ao consumidor (B2C) e transações entre empresas (B2B). Este último regista um forte crescimento, representando uma parte considerável do e-commerce a nível global. Todavia, o B2B encontra-se pouco desenvolvido na África do Sul, podendo, contudo, identificar-se neste país marketplaces B2B como Kompass, Takealot e Tradebrics. Porém, a análise efetuada recai apenas na vertente B2C, dada a sua maior relevância junto do consumidor final.
Atualizado a 06/2024