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CABEÇALHO

O organismo pretende preencher uma lacuna, servindo como voz do setor junto dos poderes públicos. As plataformas de entregas estão há cerca de 10 anos a operar em Portugal.

Uber, Glovo e Bolt deram à luz a APAD – Associação Portuguesa das Aplicações Digitais. O organismo pretende preencher uma lacuna, servindo como voz do setor junto dos corredores de poder.

 

"A nova associação surge com o objetivo primordial de agregar e representar os principais operadores do setor das plataformas digitais a desenvolver atividade em Portugal na  defesa dos seus interesses em comum", pode ler-se no comunicado enviado pela associação.

 

O organismo frisa que "o nascimento da APAD surge como resposta a essa lacuna de representação setorial, apresentando-se, assim, como a nova entidade que, a partir de agora, estará mandatada pelos seus associados para representar em Portugal um setor da economia digital que tem de ser adequadamente percebido e devidamente considerado pelos poderes públicos e centros de decisão".

 

As plataformas digitais de entregas operam em Portugal há cerca de 10 anos. Um estudo do ISCTE Executive Education, citado pela nota, revela que a esmagadora maioria dos colaboradores deste tipo de empresas trabalha em tempo parcial.

 

O relatório concluiu que 90% dos inquiridos querem continuar a trabalhar como "freelancers" e que mais de metade dos profissionais das plataformas digitais desempenham cumulativamente outra atividade remunerada, em part-time ou full-time.

 

O principal motivo que leva os estafetas a iniciar a colaboração com as plataformas é a flexibilidade horária (40%), seguindo-se a capacidade de gerar rendimentos adicionais (25%).

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