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CABEÇALHO

A empresa está a recrutar e tem 56 ofertas listadas para o hub em Portugal. Lisboa é uma das três localizações preferenciais na Europa para contratar, garante.

A norte-americana Datadog abriu em julho o seu primeiro hub de engenharia em Portugal. “O nosso investimento em Lisboa é a longo prazo, por isso estamos focados em atrair o melhor talento”, garante Nuno Antunes, vp of engineering da Datadog Cloud Security Platform, à Pessoas. No site da empresa, estão listadas 56 ofertas para Lisboa.

 

“O nosso investimento em Lisboa é a longo prazo, por isso estamos focados em atrair o melhor talento. Temos um padrão muito elevado para o talento que estamos à procura, o que irá definir a rapidez do nosso crescimento”, diz Nuno Antunes, vp of engineering da Datadog Cloud Security Platform, quando questionado sobre os planos de crescimento para o novo centro de engenharia da empresa com sede em Nova Iorque.

 

E há planos para a instalação de novos centros? Em outras localizações? “Como empresa em forte crescimento, estamos constantemente a avaliar as melhores localizações para atrair, contratar e reter talento de elevado calibre”, diz

Foco no recrutamento local

 

“Tenho presença local e uma rede em Lisboa, por isso sei que existe uma pool de talento diversa, ativa e altamente competitiva que torna esta a perfeita localização para o mais recente hub de engenharia da Datadog”, justifica o responsável.

 

Lisboa junta-se assim aos centros em Denver (EUA), Amesterdão (Holanda), Dublin (Irlanda), Paris (França) e Madrid (Espanha) que recebem colaboradores totalmente dedicados à criação de produtos da Datadog, plataforma que monitoriza e assegura a segurança de aplicações cloud.

 

Procuram frontend e backend engineers, data engineers e product designers. Na área de carreiras do site da Datadog estão listadas 56 ofertas para Lisboa.

 

Ao nível de recrutamento, “o foco principal será em Lisboa, mas estamos abertos a, e já temos, pessoas a trabalhar de forma remota em outras localizações, em concreto no Porto”, refere Nuno Antunes.

 

“Demonstramos com sucesso que um grande hub na capital e pequenos escritórios em outras cidades oferece um ótimo equilíbrio entre equipas 100% instaladas (a trabalhar no mesmo espaço num projeto) e 100% distribuídas”, refere.

No hub vigora um modelo de trabalho híbrido (para a maioria das funções). “Os colaboradores full remote continuam a operar da mesma forma que faziam antes da pandemia: a maior parte do tempo a trabalhar a partir de casa, com viagens frequentes ao hub para estar com os colegas de forma presencial”, descreve. “Acreditamos que interações cara a cara oferecem algo diferente do que obtemos através de uma reunião online.”

 

Apesar de a escassez de talento tech ter levado algumas empresas a atrair talento internacional a instalar-se no país, a Datadog mantém o foco na contratação local.

 

“Em primeiro lugar, planeamos oferecer oportunidades de trabalho ao talento existente em Lisboa. Temos uma pessoa que mudou-se de Paris no ano passado e está a ‘viver o sonho em Lisboa’. Lisboa é uma das três localizações preferenciais na Europa para contratar. Adicionalmente, à pool de talento local e talento estrangeiro que está a pensar mudar-se para Lisboa, estamos igualmente abertos a expatriados portugueses que queiram regressar”, refere Nuno Antunes.

Apesar de vários anúncios de redução de pessoal nas tecnológicas, e de se falar de um arrefecimento global no setor, Nuno Antunes não espera uma “mudança dramática” no que toca à escassez de talento na indústria. “O melhor talento continuará a ser escasso, acreditamos que temos uma proposta de valor forte para atrair o melhor talento”, afirma.

“Oferecemos salários competitivos com uma compensação stock-based, bem como os benefícios expectáveis que nos torna competitivos”, diz, sem mais detalhes.

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