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CABEÇALHO

A área metropolitana do Porto registou o maior aumento homólogo nos preços das habitações (14,7%), no 4.º trimestre de 2020, revelam dados do INE.

Tendo como referência as 25 NUTS III do país, destaca-se, com o maior crescimento homólogo nos preços das casas, a Área Metropolitana do Porto (+14,7%), revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta quarta-feira. O menor preço mediano de venda de alojamentos familiares, foi visto no Alto Alentejo (433 €/m2).

 

Já entre os 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, o Porto registou a maior taxa de variação homóloga (+21,2%), no 4º trimestre de 2020. No caso do município de Lisboa a variação homóloga, no mesmo período, foi nula (0%).

 

Nos últimos três meses de 2020, o preço mediano de alojamentos familiares em Portugal foi 1.188 euros por m2, representando uma taxa de variação homóloga positiva de 7,8%.

 

Em 12 NUTS III houve uma aceleração dos preços da habitação superior à verificada no país (+0,2 pontos percentuais), incluindo o Algarve (+2,4 p.p.) e a Área Metropolitana do Porto (+1,0 p.p.).

 

Em sentido contrário, houve uma desaceleração dos preços em treze sub-regiões, nomeadamente, na Região  Autónoma da Madeira (-8,5 p.p.) e na Área Metropolitana de Lisboa (-1,0 p.p.).

 

Ainda no mesmo período em análise, as três sub-regiões com os preços mais elevados, foram o Algarve (1.809 €/m2), a área Metropolitana de Lisboa (1.638 €/m2) e a área Metropolitana do Porto (1.288 €/m2), que registaram taxas de variação homóloga, +10,1%, +9,6% e +14,7%, respetivamente, sendo as mais expressivas que do país (+7,8%).

 

Para além destas três sub-regiões, também a Região Autónoma da Madeira (1.264 €/m2) registou um preço mediano superior ao país, apresentando, contudo, um crescimento homólogo (+3,7%) inferior ao do país, de acordo com os mais recentes dados do INE. 

 

Salienta ainda o INE que a evolução da taxa de variação homóloga entre o 3º e 4º trimestre de 2020, de 7,6% para 7,8%, evidencia uma ligeira aceleração dos preços da habitação, interrompendo, assim, a desaceleração verificada nos dois trimestres anteriores.

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