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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A liderança digital assume-se como o modelo de gestão mais capaz para responder aos desafios que as empresas enfrentam atualmente.

É criativa, humanizada e utiliza as inovações tecnológicas de maneira estratégica, ao serviço do crescimento do negócio – um pormenor importante, visto que, como mostra um estudo realizado pela Roubini Thoughtlab, a transformação digital será essencial para as organizações se manterem relevantes no futuro.

 

Contar com uma liderança digital nas empresas significa conseguir atrair e reter talento capaz de executar as inúmeras operações tecnológicas que o mundo de hoje exige, com uma estratégia coerente e flexível que assegure a inovação e competitividade. Com a crescente procura por profissionais deste tipo, intensificada nos últimos três anos, encontrar pessoas simultaneamente empáticas e qualificadas para ocuparem este cargo torna-se algo desafiante.

 

Tendo em conta o movimento do mercado, não é difícil prever que, mais cedo ou mais tarde, todas as empresas irão migrar para o ambiente digital, parcial ou totalmente. Por isso, é necessário capacitar pessoas para que tenham a capacidade de conduzir os processos de crescimento das empresas. É mais do que tempo para que tanto os líderes como as suas equipas tenham conhecimento sobre a transformação digital e saibam como podem fazer uso das tecnologias a seu favor. E não há milagres possíveis – a única forma de lá chegar é através da formação em digital. Os líderes de hoje devem estar prontos para sair da sua zona de conforto e desbravar caminho para que a sua equipa os possa seguir. Como se costuma dizer: “Sozinhos podemos chegar mais rápido, mas juntos chegamos mais longe”.

 

A velocidade a que ocorrem mudanças no mundo atual é estonteante, pelo que a procura por atualização tem de ser constante. O líder que compreende a transformação digital é aquele que se desapegou de tomar decisões baseadas em intuições e experiência de mercado, que aposta continuamente na sua formação e da sua equipa, e que tem a empatia como pilar essencial. Líderes digitais devem capacitar e gerir equipas formadas por profissionais autónomos e proativos. Se os próprios líderes não apostarem nas formações das suas equipas, como conseguirão assegurar a sua autonomia e, consequentemente, a autonomia do negócio quando eles não lá estão?

 

Em contextos avessos a mudanças, particularmente, o líder é um elo fundamental no processo de integração tecnológica, devendo avaliar cuidadosamente o investimento e a usabilidade associados a cada inovação tecnológica, de forma a perceber como cada uma delas pode dar resposta às necessidades do negócio e, por fim, formando a sua equipa para conseguir tirar o máximo proveito das mesmas.

 

Concluindo, o gestor que assumir uma liderança digital e apostar verdadeiramente na formação em digital vai certamente gerir melhor as suas equipas e o negócio, de modo a assegurar a sustentabilidade do mesmo num mundo cada vez mais digital.

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