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Os proveitos totais atingiram os 54,6 milhões de euros, em junho, mais 196,2% face ao ano anterior, e os proveitos de aposento fixaram-se em 37,4 milhões de euros, um crescimento de 205,1% comparado com o período homólogo, verificando-se novos máximos nestes parâmetros.

O turismo da Madeira volta a atingir um novo máximo, em junho, ao chegar às 948,7 mil dormidas, de acordo com a Direção Regional de Estatística (DREM). Isto significa um subida de 158,3% face ao mês anterior, e uma melhoria face às 367,3 mil dormidas do período homólogo. O mesmo verificou-se nos proveitos totais e de aposento.

 

Em junho 88,9% dos estabelecimentos do alojamento turístico da região tiveram movimento de hóspedes neste mês.

Os proveitos totais atingiram os 54,6 milhões de euros, mais 196,2% face ao ano anterior, e os proveitos de aposento fixaram-se em 37,4 milhões de euros, um crescimento de 205,1% comparado com o período homólogo, verificando-se novos máximos nestes parâmetros.

 

A hotelaria concentrou 78,7% das dormidas, mais 164,9% face ao ano anterior, enquanto o alojamento local foi responsável por 19,2% das dormidas, uma melhoria de 142,1% comparado com o período homólogo. O turismo teve 2% das dormidas, mais 93,1% comparado com o ano passado.

 

O mercado da Alemanha registou um crescimento de 408,3%, enquanto que Reino Unido e França tiveram aumentos de 314,3% e 155,1%. O mercado nacional teve uma subida de 51,0%.

 

Face ao período de pré-pandemia verificou-se um crescimento de 23,1% nas dormidas, e também uma subida de 12,8% no mercado estrangeiro.

 

“Verificaram-se variações positivas nos mercados alemão (+8,3%) e britânico (+3,9%), contrariamente ao mercado francês, que apresentou um decréscimo de 20,5%. O mercado nacional manteve a tendência de crescimento, que se tem observado nos últimos meses (+81,4% face a junho de 2019)”, diz a DREM.

 

A estada média ficou em 4,73 noites uma melhoria face às 4,56 noites do período homólogo.

 

A taxa de ocupação-cama ficou em 71,5% mais 32,9%, enquanto a taxa de ocupação-quarto ficou em 80,7%, quando no ano anterior estava em 42,9%.

 

Os proveitos de aposento por quarto disponível (RevPAR) ficou em 72,10 euros, mais 128,9% face ao ano anterior, e uma melhoria de 46,9%, comparado com os 49,08 euros do período de pré-pandemia.

 

O proveito por quarto utilizado (ADR) fixou-se em 89,32 euros, face aos 73,52 euros do ano anterior, o que representa uma subida de 21,5%.

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