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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

As receitas turísticas portuguesas, que representam o total de gastos de turistas estrangeiros no país, em forte queda pela covid-19, apresentavam no fim de Novembro uma quebra que já é superior a 9,6 mil milhões de euros.

Dados do Banco de Portugal consultados pelo PressTUR indicam que Novembro, último mês de que há dados, foi o terceiro mês consecutivo de quebra das receitas turísticas na ordem dos 55%.

 

Os dados do banco central indicam que em Novembro, que é um mês de baixa actividade turística, os gastos de turistas estrangeiros em Portugal foram de 477,68 milhões de euros, menos 546,08 milhões que no mês homólogo de 2019, melhor ano de sempre, com um total de 18,4 mil milhões de euros de receitas turísticas ou exportações proporcionadas pelo turismo.

 

As receitas turísticas totais dos 11 meses deste ano com dados já apurados pelo banco central estão em 7.679,22 milhões de euros, que significam uma quebra de 55,8% ou 9.679,77 milhões em relação ao período homólogo de 2019.

 

O segundo trimestre, em que muitos países tiveram que adoptar medidas de confinamento mais drásticas, foi o período em que as receitas turísticas tiveram a queda relativa mais forte, em 82,3%.

 

Em valor, a quebra mais forte ocorreu, porém, no terceiro trimestre, época alta do turismo em Portugal e nos seus principais mercados emissores, com decréscimo em 4,2 mil milhões de euros.

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