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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Em 2021, os supermercados dos Países Baixos viram aumentar os seus lucros com a venda de alimentos sustentáveis, que já perfazem 22% do volume de negócios total de alimentos, destacando-se algumas “sustainability labels” como “Beter Leven”, “Organic” and “Rainforest Alliance”. Em 2020, os alimentos sustentáveis tinham sido responsáveis por 19% das vendas e em 2013 somente 8%.

Estes dados foram tornados públicos esta semana através de um estudo encomendado pelo Ministério da Agricultura neerlandês ao Instituto Neerlandês de Estatística (CBS) e à conceituada Universidade de Wageningen.

 

Os consumidores neerlandeses gastaram quase 8 mil milhões de euros em alimentos sustentáveis nos supermercados em 2021, um aumento de 14% relativamente a 2020. O volume de negócios dos alimentos sem certificado de sustentabilidade totalizou os 29 mil milhões de euros, um decréscimo de 4%.

 

No período em análise, de salientar igualmente que mais de 80% da carne de porco, peixe e marisco frescos e congelados, ovos e chá já possuíam uma marca de sustentabilidade. No lado oposto, cerveja, vinho, água mineral, refrigerantes, sumos e queijo foram os produtos com menor proporção de vendas sustentáveis, entre 2 e 6%.

 

O estudo ‘Monitor de Alimentos Sustentáveis 2021’ do Instituto Neerlandês de Estatística e a Universidade de Wageningen pode ser descarregado através deste link (só disponível em neerlandês): https://edepot.wur.nl/575241.

 

Mais informações sobre as características do mercado neerlandês dos produtos alimentares, e os respetivos canais de distribuição, podem ser obtidas junto da Delegação da AICEP em Haia.

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