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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Neste Breve Apontamento, que esperamos seja de utilidade quer para as empresas portuguesas do setor, encontra uma caraterização do mercado, com destaque para as questões relacionadas com a dimensão, relações comerciais internacionais, países fornecedores, distribuição, consumo e outra informação económica e de carácter prático sobre o setor dos vinhos na Alemanha.

A Alemanha é o maior importador mundial de vinhos em volume, com 14,3 milhões de hectolitros em 2018, e o terceiro em valor, com 2,5 mil milhões de Euros, a seguir aos EUA e ao Reino Unido. Face a 2017, as importações alemãs de vinhos recuaram 2,5% em volume mas aumentaram 4,7% em valor.

 

Portugal manteve a nona posição no ranking de fornecedores de vinho à Alemanha e, relativamente ao ano anterior, as importações alemãs de vinhos portugueses aumentaram acima da média do mercado, atingindo 10,3% em valor e 9,1% em volume. De acordo com o Instituto Alemão de Estatística, a Alemanha importou de Portugal 208 mil hectolitros de vinhos, correspondentes a 46 milhões de euros.

 

Com uma população próxima de 82 milhões de habitantes, o país consumiu, em 2018, 19,7 milhões de hectolitros e afirma-se como um importante destino para os nossos vinhos. A Alemanha é o único grande mercado produtor que oferece vastas possibilidades para a venda de vinhos estrangeiros.

 

O hard discount e as grandes cadeias do retalho alimentar, continuam a responder pela maior parcela do vinho vendido na Alemanha, com uma tendência para o alargamento da oferta a vinhos de maior qualidade. Todavia, o retalho especializado, canal em que os vinhos portugueses estão melhor posicionados, tem também um papel destacado no mercado.

O vinho biológico representa uma parte relativamente importante da oferta de vinhos no retalho alimentar e nos estabelecimentos especializados em produtos bio e está, também, a ganhar importância no mercado, com alguns distribuidores a aumentarem o seu portfólio.

 

O documento pode ser consultado no site da AICEP aqui.

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