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CABEÇALHO

A empresa portuguesa foi premiada pela sua experiência e competência na área de manutenção de aviação de Defesa pela fabricante Airbus Defence & Space (Airbus D&S).

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A.  foi distinguida pela Airbus como um dos melhores fornecedores europeus do construtor aeronáutico europeu.

 

A empresa portuguesa foi premiada pela sua experiência e competência na área de manutenção de aviação de Defesa pela fabricante Airbus Defence & Space (Airbus D&S).

 

“Ao conquistar a categoria “Best Improver, Services and IT”, a empresa portuguesa foi reconhecida como o fornecedor com melhor desempenho em 2019”, destaca um comunicado da OGMA.

 

Segundo esse documento, a distinção foi atribuída durante a 5.ª Conferência Anual de Fornecedores da Airbus D&S que se realizou em Munique, na Alemanha, que reuniu mais de mil fornecedores de componentes e serviços da divisão de Defesa e Espaço da fabricante europeia.

 

“A conquista deste galardão é a materialização de um percurso iniciado há cerca de ano e meio pela OGMA focado na plataforma Airbus C-295, que resultou em taxas de produção mais altas, menos tempo de espera, menores custos de qualidade e maior cumprimento do prazo de entrega das aeronaves, consubstanciando numa maior satisfação do cliente”, adianta o referido comunicado.

 

A empresa reclama que “é reconhecida internacionalmente pelo ‘know–how’ e experiência na manutenção, revisão e modernização de aeronaves de Defesa, nomeadamente Airbus C-295, Lockheed Martin C-130, P-3 e F-16, bem como de helicópteros AS330 e EH-101”.

 

A OGMA é uma empresa do setor AED – Aeronáutica, Espaço e Defesa, cujo centro de manutenção está autorizado para fornecer alguns dos maiores fabricantes, nomeadamente a Embraer, Lockheed Martin, Airbus e Rolls-Royce.

 

Fundada a 29 de junho de 1918, a OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal S.A. comemorou em 2018, cem anos de existência.

 

A empresa assenta a sua atividade em duas áreas de negócio – manutenção, reparação e revisão geral de aeronaves e de motores e componentes de aviação civil e de defesa, e fabrico e montagem de aeroestruturas para aeronaves civis e militares.

Desde a privatização, concretizada em 2005, a OGMA é detida em 65% pela Airholding SGPS (100% Embraer) e em 35% pela Empordef (100% Estado Português).

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