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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

“2030 é o nosso objetivo, mas as coisas não se fazem sem olharmos sobre o que aconteceu. Estando no meio de dois centros urbanos fortes, como a zona de Vigo e a área metropolitana do Porto, o Alto Minho teve um papel preponderante no aspeto económico e empresarial da região”.

As palavras foram proferidas pelo presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, João Esteves, durante a conferência  intitulada Por uma transformação económica inovadora e inteligente: Balanço 2014-2020, Perspetivas & Propostas de Ação Alto Minho 2030, realizada naquele concelho, integrada no Ciclo de Conferências Alto Minho 2030, promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho).

 

“Neste momento, temos o Alto Minho com um conjunto diversificado de investimentos privados. Temos investimentos na área do turismo com grande impacto. Na agricultura temos tido também um papel determinante em alguns setores de atividade”, recordou o autarca arcuense. “E isso tudo é fruto de um forte investimento que ocorreu em parques e zonas industriais. Fruto de um investimento das autarquias em vias de comunicação para que tudo isso fosse possível. As próprias autarquias encontraram também um conjunto de incentivos, desde o preço do terreno às isenções, que contribuíram para isso”.

 

Em tom convicto, João Esteves, mostrou não ter qualquer dúvida de que os presidentes de Câmara do Alto Minho foram os “fortes captadores de investimento” nos últimos anos para este território. “O Alto Minho é hoje um dos faróis relativamente ao Turismo de Natureza e também na agricultura. Basta olhar para o vinho verde e o papel que temos tido”, sublinhou o edil.

 

De olhos postos no futuro, mais concretamente na próxima década, João Esteves defende um “reforço da verba para que as autarquias possam continuar a fazer esta consolidação das suas áreas de acolhimento empresarial”. Para o autarca, este apoio “tem sido escasso”. “Está aberta uma candidatura para isso, mas a montantes muito reduzidos”, lamentou.

 

Durante esta sessão, tiveram ainda lugar vários painéis. O primeiro intitulou-se Um Alto Minho mais inteligente, promovendo uma transformação económica inovadora e inteligente: Balanço 2014-2020, Perspetivas & Propostas de Ação Alto Minho 2030, tendo como moderadora Cristina Azevedo; seguiu-se o painel Internacionalização das empresas e captação de investimento no Alto Minho: Balanço 2014-2020, Perspetivas & Propostas de Ação 2030, a cargo de Luís Reis, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP); seguidamente foi debatido o Empreendedorismo e Inovação no Alto Minho: Balanço 2014-2020, Perspetivas & Propostas de Ação 2030, por José Vale, da Agência para a Competitividade e Inovação, I. P. (IAPMEI); seguiu-se o Ensino Superior e Sistema Científico e Tecnológico no Alto Minho, por Rui Teixeira, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC); e finalmente Alto Minho + Inovador: Balanço 2014-2020, Perspetivas & Propostas de Ação 2030, por Carlos Bernardo, Professor Emérito de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho.

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