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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A fabricante de componentes para a indústria automóvel, que pertence ao grupo germânico Schnellecke, duplica a produção na unidade de Palmela e aumenta o efetivo para 240 trabalhadores.

A fabricantes de componentes para a indústria automóvel KWD produz anualmente na sua unidade em Palmela sub-conjuntos para 500 mil viaturas para a Volkswagen Autoeuropa, Volkswagen Osnabrück, Seat Autoeuropa, Ford Valencia e Mercedes Vitoria, o que corresponde a uma duplicação da produção face à que registava ainda há dois anos.

 

A KWD Palmela fornece atualmente conjuntos de peças para os modelos Volkswagen T-Roc, Volkswagen Sharan e Seat Alhambra, Mercedes-Benz Vito e Viano, Ford Transit Connect e o novo Volkswagen T-Roc Breeze, que deverá ser lançado em breve no mercado.

 

"Este é o resultado de um investimento de 13 milhões de euros feito ao longo dos últimos 18 meses", revela a empresa, que pertence ao grupo germânico Schnellecke, em comunicado.

 

Um investimento que implicou a criação de uma centena de novos postos de trabalho, empregando agora 240 pessoas.

 

Em termos industriais, este investimento "contribuiu para uma maior automatização do processo produtivo" graças aos 58 novos equipamentos de manuseamento e soldadura que foram adquiridos.

 

"Ao mesmo tempo, o incremento de processos automatizados face aos processos manuais exigiu um aumento da qualificação dos colaboradores e a aplicação de novas estratégias de organização da produção. Desta forma, a KWD Portugal conseguiu tornar o processo mais eficiente e elevar os níveis de qualidade", sublinha a empresa.

 

A fábrica de Palmela é uma das seis que a empresa tem na Europa, a que se junta uma na China, num total de 1.500 trabalhadores, com a KWD a assumir toda a produção do grupo Schnellecke, um dos líderes mundiais em logística e produção para a indústria automóvel.

 

Ao leme da KWD Palmela estão Roberto Lanaspa e Humberto Dores, que assumiram como objetivo da KWD ser "a divisão mais bem-sucedida do grupo Schnellecke e passar de uma faturação de 400 milhões de euros em 2017 para 800 milhões de euros até 2025", recorda Humberto Dores, o engenheiro português que assumiu, em outubro de 2017, o cargo de CEO da KWD global - Lanaspa é um dos vice-presidentes do grupo.

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