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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A pandemia COVID-19 tem implicado quebras muito significativas na atividade das empresas, embora seja visível uma recuperação gradual em maio e junho.

O impacto económico do novo coronavírus é de difícil quantificação. Com base nos resultados do Inquérito Rápido e Excecional às Empresas (INE e Banco de Portugal), estima-se que, no conjunto dos setores cobertos, o volume de negócios das empresas em abril se tenha situado cerca de 35 por cento abaixo do nível expectável sem pandemia. Mais de metade desta redução esteve associada aos setores do Comércio, Transportes, Alojamento e restauração e Outros serviços, refletindo as restrições durante o estado de emergência, em particular o encerramento de estabelecimentos abertos ao público e as limitações às deslocações e viagens. As medidas de contenção adotadas tiveram também um impacto negativo no pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar, estimando-se uma diminuição de 29 por cento em abril face ao nível normal. A nível setorial, as reduções no pessoal ao serviço são em larga medida consistentes com as quebras reportadas da atividade, embora de menor magnitude.

 

Nos dois meses seguintes – após a cessação do estado de emergência e o início do alívio das medidas de contenção – ter-se-á registado uma melhoria gradual, com a atividade das empresas a apresentar uma redução de 30 por cento em maio e de 22 por cento em junho face a uma situação normal. A melhoria foi generalizada, sendo ligeiramente mais notória nos setores da Indústria e energia e do Comércio. Os sinais de retoma são também percetíveis quando se considera a evolução do pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar.

 

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