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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A empresa Global Blue percebeu os cidadãos dos Estados Unidos peferem fazer compras na Avenida da Liberdade, que pode ser considerada a ‘Quinta Avenida’ de Nova Iorque, concentrando 55% das compras.

A população norte-americana que se passeia pelas sete colinas de Lisboa e por outras cidades e aldeias portuguesas continua a aumentar. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), desde o início do ano, o turismo norte-americano cresceu 23,4%, um considerável aumento em relação a 2018.

 

Depois de o INE revelar os dados referentes à atividade turística, a empresa de soluções tax-free Global Blue recolheu dados próprios e afirma que estes turistas são a quarta nacionalidade que mais realiza compras em Portugal.

 

Em média, os turistas norte-americanos gastam, por cada compra, 562 euros. O valor é praticamente o ordenado mínimo da população portuguesa, e representa ainda um aumento de 11% em comparação com 2017 e 2018.

 

Segundo os dados avaliados, a empresa conseguiu perceber que estes cidadãos preferem fazer compras na Avenida da Liberdade, que pode ser considerada a ‘Quinta Avenida’ de Nova Iorque, concentrando 55% das compras efetuadas por estes.

 

No entanto, não é só em Lisboa que o consumo se concentra. Cerca de 5% das compras tax-free analisadas pela Global Blue são realizadas no Porto e outros 3% na restante região norte. A categoria que mais atrai os americanos é a moda, representando 71% das compras dos mesmos, sendo seguido por jóias e relógios, com 18%.

 

Os turistas dos Estados Unidos não só apresentam o crescimento mais acelerado em termos de tax-free como também o maior aumento percentual deste tipo de compras nos últimos três anos, a nível global com 25%. Este crescimento encontra-se em linha com o aumento de 12% registado durante os últimos cinco anos em Portugal, o dobro do que aconteceu no resto da Europa.

 

Desta forma, estes turistas estão a consolidar o seu lugar no ‘Top5’ dos maiores compradores a nível nacional, aumentando a representatividade em relação à quota de mercado, que em 2018 atingiu 4,4%, gastando em média 9%.

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