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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Foi verdadeiramente extraordinário constatar que, entre tão limitado número de compatriotas, três deles estávamos vinculados ao METAL PORTUGAL e viajávamos para o Chile no sentido de promover a indústria metalúrgica e metalomecânica nacional

Nos primeiros dias do presente mês de maio, a convite da AICEP e da Embaixada de Portugal no Chile, desloquei-me a Santiago do Chile, com o objetivo de intervir como palestrante numa conferência de alto nível designada "loT Innovatech Latam".


Concretamente, procurei dar um testemunho sobre as estratégias de digitalização das empresas do METAL PORTUGAL e de como tais empresas estão a reinventar-se através da sua transformação digital.


Naturalmente, o principal objetivo subjacente a essa iniciativa impulsionada pela Delegação da AICEP em Santiago do Chile - e, nomeadamente, pelo seu principal responsável, Luís Sequeira -, foi o de promover a imagem de Portugal, associando-a a uma ideia de modernidade e sofisticação.


Sinceramente, estou convicto de que, por via do esforço conjunto da AICEP e da Al MM AP, foi possível cumprir os objetivos a que nos propusemos e que, em consequência, conseguimos valorizara marca METAL PORTUGAL junto de inúmeras pessoas e entidades que participaram na conferência. Tive muita honra em, uma vez mais, poder servir Portugal e a sua indústria metalúrgica e metalomecânica muito em especial.


Mas esta viagem que fiz ao Chile ficou-me também marcada por um outro motivo relevante.
Tendo viajado para Santiago na Ibéria, fazendo escala em Madrid, verifiquei que, no voo da capital espanhola para aquela metrópole andina, se encontrariam a bordo apenas cinco portugueses.


Ora, foi verdadeiramente extraordinário constatar que, entre tão limitado número de compatriotas, três deles estávamos vinculados ao METAL PORTUGAL e viajávamos para o Chile com o mesmo objetivo de promovera indústria metalúrgica e metalomecânica nacional.


Éramos a maioria dos portugueses naquele avião. Eu próprio em representação da AIMMAP, o João Carlos Novo, da MOTOFIL, e o Hélder Moura, das VENTILAÇÕES MOURA.


Como é sabido a MOTOFIL e a VENTILAÇÕES MOURA são duas empresas filiadas na AIMMAP, ambas dinâmicas e com vocação global. E o João Carlos Novo e o Hélder Moura são dois grandes empreendedores que estavam agora no Chile, a consolidar as presenças das suas empresas no mercado chileno, procurando novos negócios e acompanhando os clientes já conquistados.


Todos sabemos que os números das exportações do METAL PORTUGAL são verdadeiramente extraordinários e que as nossas empresas representam uma terça parte das vendas da indústria transformadora nacional ao exterior.
Essa grandeza é evidenciada mensalmente, de forma cristalina,


pelas estatísticas de comércio internacional. Mas estas são frias e por vezes pouco esclarecedoras.


Felizmente, também há os pequenos detalhes da vida que nos ajudam a perceber os números. Por exemplo, este voo intercontinental a que atrás faço referência e em que 3 dos 5 portugueses aí presentes estavam a promover Portugal. E mais emblemático ainda quando 2 desses portugueses são empresários absolutamente determinados em contribuir com a sua parte no sentido de que os números das exportações do setor sejam o que efetivamente são: extraordinários.
O alpinista britânico George Mallory, ao ser repetidamente perguntado por que motivo queria ele escalar o Monte Everest, respondeu de forma lapidar: "Porque ele está lá!".


Quando alguém voltar a perguntar- me por que razão as empresas deste setor exportam tanto e para tantos mercados, eu saberei acrescentar mais uma razão a todas aquelas que costumo elencar. Porque os mercados estão lá, direi eu.
A cultura do METAL PORTUGAL é mesmo especial. E eu tenho um particular orgulho em fazer parte dela e ajudar a formá-la.

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