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CABEÇALHO

Tem mais de 100 anos e situa-se num bairro residencial entre as Amoreiras e o Marquês de Pombal, em Lisboa. O jornal norte-americano ‘The New York Times’ descobriu este recanto e não poupou nos elogios.

Foi o síndrome de ‘ninho vazio’ que fez com que o casal Lopes-Fortunato abrisse um hotel só seu. Ao jornal norte-americano ‘The New York Times’, o arquiteto António Falcão Costa Lopes e a sua mulher Filipa Fortunato explicaram que quando casaram, há mais de 20 anos, notaram que os pais ficaram “tristes, e mesmo solitários” quando voaram do ninho.

 

“Pensámos que se tivéssemos um pequeno hotel, e vivêssemos lá, iríamos ter sempre convidados e não nos íamos cansar de falar um com o outro”, explicou Filipa Fortunato ao jornal de referência norte-americano. O plano original do casal era vender o seu apartamento no bairro das Estacas, em Alvalade, e construir uma “casa-hotel” quando os seus filhos fossem para a universidade, mas o futuro antecipou-se e o hotel já está em funcionamento.

 

O espaço que é agora a Casa Fortunato tem mais de 100 anos e situa-se num bairro residencial entre as Amoreiras e o Marquês de Pombal. Passou por ser a casa de um físico, lojas, um clube diplomático e um restaurante gerido por Simone de Oliveira, famosa atriz e cantora portuguesa.

 

Depois do casal adquirir o espaço, as obras demoraram pouco mais de um ano mas foram feitas à medida do espaço pretendido pelo casal. Ao todo, são nove quartos e nove casas-de-banho, todos diferentes na decoração e na disposição, além dos artigos serem únicos. O casal vive lá com os filhos e recebem todos aqueles que lhes alugam um dos quartos.

 

No início da mudança, o casal admite que os filhos ficaram cépticos em relação à mudança e ao facto de irem viver com pessoas que não conheciam, sendo que estas estão em constante mudança. No entanto, admitem que a melhor parte é que se sentem mais próximos uns dos outros porque “vivemos em toda a casa e está sempre cheia”, sublinham.

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