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Na “Síntese Económica de Conjuntura”, os economistas do ISEG referem que a informação sobre a economia nacional no segundo trimestre “ainda é bastante escassa”, mas que não apresenta sinais mais negativos do que nos primeiros três meses do ano.

A informação ainda é escassa, mas os primeiros dados apontam que a economia nacional poderá manter no segundo trimestre a tendência dos primeiros três meses do ano, antecipam os analistas do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa (ISEG), “Síntese de Conjuntura”, divulgada esta sexta-feira.

 

“Relativamente ao segundo trimestre a informação ainda é bastante escassa, mas não apresenta sinais mais negativos do que os observados no trimestre anterior”, referem os economistas da instituição.

 

O PIB nacional cresceu 1,8% em volume em termos homólogos e 0,5% face ao trimestre anterior no primeiro trimestre, impulsionado por um aumento do investimento. No entanto, o crescimento das exportações desacelerou.

 

Os economistas do ISEG referem ainda que “no domínio qualitativo, registou-se em abril uma certa estabilidade dos indicadores de clima e sentimento económico”, mas destacam que “a informação mais relevante teve a ver com o indicador de confiança dos consumidores que aumentou depois de vários meses a decrescer”.

 

“No domínio quantitativo, o consumo de cimento cresceu de forma relevante (assim como melhorou o indicador de confiança na construção), e o comércio automóvel de ligeiros de passageiros decresceu menos do que nos meses anteriores”, acrescentam.

 

No entanto, explicam que “vão ser necessários mais dados para definir o trimestre”, nomeadamente os dados relativos às exportações e importações de bens e serviços, “cujo saldo mais negativo no primeiro trimestre penalizou o crescimento”.

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