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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O evento centra-se em temas como incêndios florestais e a necessidade de as empresas terem que se adaptar às mudanças trazidas pelo aquecimento global.

A capital portuguesa recebe a partir de hoje a quarta conferência da adaptação às alterações climáticas, que junta 1.200 investigadores, políticos e empresários para encontrarem em conjunto soluções.

 

Ao longo de três dias, em 580 apresentações, o encontro será a maior edição da conferência bienal, que se realiza pela primeira vez num país do sul da Europa.

 

A conferência centra-se em temas como os incêndios florestais, a necessidade de o setor empresarial privado ter que se adaptar às mudanças trazidas pelo aquecimento global, as zonas verdes nas cidades, inovação na maneira como as cidades são desenhadas e geridas e iniciativas dirigidas à juventude, entre outros.

 

Na abertura, o painel “A Europa está em risco – adaptação aos extremos” terá intervenções do ministro do Ambiente português, João Pedro Matos Fernandes, do comissário europeu para a ajuda humanitária e gestão de crises, Christos Stylianides, e da coordenadora do último relatório especial do Painel Intergovernamental para as alterações Climáticas da ONU.

 

Na quarta-feira, o plenário da conferência é dedicado à adaptação da economia às alterações climáticas e na quinta-feira fala-se do caminho para o futuro, com contributos de responsáveis de agências internacionais de gestão de crises.

 

Paralelamente aos plenários, decorrem sessões sobre instituições, justiça social, os desafios colocados pelas alterações climáticas e a redução de riscos, comunicação, produção de conhecimento científico.

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