Exposition de Rui Moreira au BHV Marais

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Exposition de Rui Moreira au BHV Marais 

Exposição de Rui Moreira no BHV Marais

 

 

06/05 - 23/06

 

ORGANISÉ PAR / ORGANIZADO POR

Camões-Centre Culturel Portugais à Paris/ Serviço Cultural da Embaixada de Portugal em França

 

LIEU / LOCAL

BHV Marais, 52 Rue de Rivoli, 75004 Paris

 

HORAIRE / HORÁRIO

Exposition permanente au BHV Marais du 6 mai au 23 juin / Exposição permanentemente no BHV Marais entre 6 de maio e 23 de junho

Le travail de Rui Moreira est fondé sur ses voyages dont il choisit avec soin la destination. L’artiste cherche alors à ressentir les changements physiques et psychologiques inhérents aux territoires qu’il visite – la chaleur écrasante du désert, la lumière crue du soleil, les températures glacées dans les montagnes à la source du Gange, l’humidité extrême de la jungle amazonienne, la solitude et le silence quasi absolus du désert… Dessinant alors de façon ininterrompue à ses retours de voyage, l’artiste effectue une sorte d’exercice mnémonique en revivant le cycle naturel de chaque espace afin d’en ressentir toutes les nuances. Ce ressenti intense est au cœur même de la structure des dessins de Rui Moreira. Ses dessins se nourrissent aussi de références cinématographiques telles que Tarkovski, Hitchcock, Herzog, Syberberg ou Kubrick ; de références musicales comme Bach, Stockhausen, à des musiques traditionnelles ; ou encore de références artistiques marquantes telles une fresque de Piero della Francesca. Les œuvres naissent de la répétition d’une action simple : l’artiste remplit patiemment, longuement, inlassablement chaque contour jusqu’à l’épuisement du corps soumis à des conditions excessives d’immobilité et de gravité telle une intense méditation de mémoire.

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O trabalho de Rui Moreira inspira-se nas suas viagens cujo destino ele escolhe com grande cuidado. O artista procura sentir o impacto das alterações físicas e psicológicas inerentes aos territórios que ele visita – o calor abrasador do deserto, a luz crua do sol, as temperaturas geladas nas montanhas junto à nascente do rio Gange, a humidade extrema da floresta amazónica, a solidão e o silêncio quase absolutos do deserto… e desenhando sem interrupção após regressar de viagem, o artista executa uma espécie de exercício mnemónico revivendo o ciclo natural de cada espaço para ressentir todas suas as subtilezas. Esta sensação intensa é o centro da estrutura dos desenhos de Rui Moreira. Os desenhos do artista inspiram-se também de referências cinematográficas tais como Tarkovski, Hitchcock, Herzog, Syberberg ou Kubrick; de referências musicais que vão de Bach, Stockhausen, a músicas tradicionais; ou ainda de referências artísticas marcantes como por exemplo um afresco de Piero della Francesca; As obras nascem da repetição de uma acção simples: o artista preenche pacientemente, demoradamente, incansavelmente os contornos até à exaustão do corpo submetido a condições excessivas de inação e de gravidade como uma intensa meditação de memória.

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