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Sessão Lisboa: 20 de março às 09h45, no Auditório da AICEP. Consultar o programa da sessão Lisboa 

Sessão Porto: 21 de março às 9h45, no Auditório da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo. Consultar o programa da sessão Porto 

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A AICEP organizou duas sessões ABC Mercado EUA-Costa Leste, nos dia 20 e 21 de março em Lisboa e Porto.

 

Nestas sessões demos a conhecer as particularidades e tendências que caracterizam o mercado dos Estados Unidos da América, as melhores formas de abordagem e de desenvolvimento de negócios com este mercado e especificamente com região da Costa Leste, bem como as oportunidades que aí se perspetivam para as empresas portuguesas.

Esta é uma ação de sensibilização acerca do mercado dos EUA, que conta com a presença do diretor da AICEP em Nova Iorque. Manuel Couto Miranda desloca-se a Portugal para apresentar, numa abordagem multissetorial, o mercado dos EUA, focado na região Costa Leste, dando a conhecer as oportunidades de negócio que esta região oferece às empresas portuguesas e as estratégias de abordagem mais eficazes para a concretização de negócios com sucesso.

Empresas-testemunho, de setores diferenciados, conferem a estas sessões uma dimensão prática, através da partilha do seu know-how e das suas experiências num mercado exigente e competitivo como o norte-americano.

 

Vieram conhecer as melhores formas de desenvolver negócios com a Costa Leste dos EUA, um mercado a explorar pelas empresas portuguesas, oferecendo inúmeras oportunidades para a realização de novos e bons negócios internacionais.       

Sobre a Costa Leste dos EUA

• A Costa Leste dos Estados Unidos, onde reside uma grande comunidade luso-americana, destaca-se como porta de entrada para as exportações portuguesas, circunstância favorecida pela proximidade geográfica, através do oceano atlântico, entre os EUA e Portugal. Por outro lado, cidades como Nova Iorque, Boston e Washington DC jogam um papel de catalisadores económicos dentro dos EUA, verificando-se o estabelecimento de empresas do sector financeiro nesta zona geográfica, bem como um aumento do poder económico do governo federal, ou ainda a abertura de sedes de gigantes multinacionais.

• De uma forma geral, este é um mercado em profunda transformação, nomeadamente no que diz respeito aos hábitos e gostos do consumidor padrão. Em 2025 estima-se que 15% do total da população que vive nos EUA terá nascido no estrangeiro. Por outro lado, a comunidade de origem luso-hispânica irá registar um crescimento de 25% (comparando com apenas +1% na população não hispânica branca) no período 2015-2025. Esta evolução deverá corresponder a um crescimento dos votos elegíveis entre 2012-2030 na ordem dos 40%, com profundas consequências ao nível do desenvolvimento empresarial.

• A abordagem aos EUA, tendo em conta a sua extensa dimensão, deve ser feita tendo em conta as diferenciações que poderão eventualmente existir entre os diferentes estados (por exemplo, hábitos de consumo, tradições, cultura, entre outros aspetos).

• Não obstante, existem parâmetros que podem ter analisados de forma conjunta, ainda que as questões de trâmites de importação de bens e de serviços, por exemplo, possam ser diversas de região para região.

• Em 2018 os Estados Unidos mantiveram-se como o maior parceiro comercial de Portugal fora da União Europeia (5º no total), tendo representado 5% das exportações portuguesas no período Jan-Nov 2018. Nos últimos anos Portugal deixou de ser apenas um país exportador para o mercado norte-americano, passando também a ser um investidor direto principalmente nas áreas de investigação científica e tecnológica.

• As vendas online apresentam um crescimento apreciável, com um valor de 10% do total das vendas a retalho. Parte significativa destas vendas online, são efetuadas através de websites de marcas com lojas tradicionais próprias de venda ao consumidor. Do Top 50 retalhistas online, a grande maioria tem lojas reais, e três em cada quatro são empresas de retalho físico tradicional.

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