AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Contact Us


Homepage » Eventos » Como Vender Em

 

 

 

Data: Lisboa, 3 e 4 de dezembro de 2018

         Porto, 5, 6 e 7 de dezembro de 2018

Hora: Reuniões bilaterais, em horário a agendar oportunamente

Local: Lisboa, AICEP - Rua de Entrecampos, n.º 28 - 12º

           Porto, AICEP - R. Júlio Dinis, n.º 748, 9.º Dto

Inscrição: Mediante preenchimento e envio da Ficha de Inscrição, até ao final do dia 4 de outubro de 2018, ao seu Gestor de Cliente ou, na falta deste, contacto indicado na Ficha

Valor Participação: 147,60 € (IVA incluído) por empresa, após aceitação inscrição

 

Na sequência das novas oportunidades de negócios proporcionadas pelo mercado sueco, mesmo num contexto de grande competitividade e exigência e visando incrementar o comércio e o investimento bilaterais, convidamo-lo a participar nesta ação concebida à medida dos seus interesses que pretende responder a questões específicas colocadas pelas empresas nas suas Fichas de Inscrição e prestar aconselhamento personalizado sobre como vender no mercado sueco, numa perspetiva de primeira abordagem, de qualificar e desenvolver o seu negócio ou de investir neste mercado que tem registado um interesse crescente por parte da nossa comunidade empresarial.

Para o efeito, são agendadas reuniões individuais de 60 minutos com o Responsável pelo Ponto de Rede da AICEP em Estocolmo, Carlos Moura que, se desloca propositadamente a Portugal com este objetivo.

Aproveite esta oportunidade de enriquecer os seus conhecimentos, esclarecer dúvidas e obter o aconselhamento de que precisa para fazer crescer o seu negócio de uma forma sustentável e segura num mercado considerado, dentro da União Europeia, um dos melhores pagadores, entre os mais desenvolvidos e o mais inovador, em 2018, para além de constituir uma referência no contexto dos Países Nórdicos.

 

Inscreva-se ›



Em caso de dificuldade no acesso à ficha de inscrição:

- GUARDAR /SAVE AS (em vez de ABRIR / OPEN) o documento. Preencha a Ficha de Inscrição e proceda ao seu envio de acordo com as indicações;

- Utilize preferencialmente um browser diferente do Internet Explorer (ex.: Google Chrome, Mozzilla Firefox).

 

Porquê a Suécia?

 

   Uma das economias mais sólidas, competitivas, avançadas e modernas do mundo, norteada para a criação de condições favoráveis ao desenvolvimento centrado na sua capacidade inovadora liderante, na formação de mão-de-obra altamente qualificada, no seu alto grau de maturidade tecnológica, e na sua cultura empresarial sofisticada e dinâmica. País associado ao desenvolvimento económico e social, à proteção do ambiente, ao avanço tecnológico, a inúmeras inovações, à transparência e à competitividade.

   Dentro da UE é a 6ª maior economia em termos de PIB e a 3ª em PIB per capita, com um forte crescimento económico, competitiva, tecnológica, moderna e aberta, líder em investigação e desenvolvimento e também em inovação (em 2018, a Suécia foi considerada o país mais inovador da UE). No que concerne ao ambiente de negócios ocupa os seguintes rankings: 7.º em Competitividade (Global Competitiveness Index 2017-2018), 4.º em Transparência (Corruption Perceptions Index 2017), 10.º em Facilidade de Fazer Negócios (Doing Business Report 2018) e 6.º no ranking Global do EIU – Economist Intelligence Unit.

   Mercado, sofisticado, exigente e maduro, ocupa um dos lugares cimeiros na lista dos melhores pagadores e faz parte do grupo de países de menor risco de crédito. Funciona como porta de entrada para outros mercados nórdicos, estabelece relações comerciais duradouras, tem uma classe média/alta de elevado poder de compra e oferece à nossa oferta um bom potencial, ainda por explorar (imagem de Portugal como um fornecedor de qualidade).

   Sendo o nosso 15.º cliente e um tradicional parceiro comercial, as nossas vendas, em 2017, registaram um aumento de 6% e, nos primeiros 5 meses de 2018, um acréscimo de 21%, por comparação com o período homólogo do ano anterior. As nossas expedições para a Suécia mostram padrões de negócios muito estáveis, refletindo uma oferta complementar e bem adequada à procura de valiosos nichos de mercado suecos, o que justifica a tendência crescente de empresas portuguesas a operar neste mercado de referência no contexto dos países nórdicos.

   Há muito espaço para crescer e potencial por explorar, tanto em produtos e serviços tradicionais, como novos, mais inovadores, de maior valor acrescentado e de elevado teor tecnológico / design, com uma boa relação qualidade-preço que vão ao encontro dos mais elevados padrões de exigência do mercado sueco, nomeadamente:

•   Fileira Alimentar e Vinhos – boas oportunidades face ao interesse crescente pela dieta mediterrânica, sendo de destacar o segmento dos alimentos orgânicos de elevado potencial considerando o estilo de vida do consumidor sueco. Nos vinhos, mesmo estando em presença de um monopólio estatal, Portugal já tem uma quota de mercado interessante, sobretudo nos tintos, assumindo o consumo de vinhos orgânicos (em franco crescimento), já grande relevância.

•   Fileira Moda – aumento da procura de vestuário e calçado, sendo um mercado de referência/montra para outros países nórdicos e bálticos. Uma das mais fortes indústrias criativas e culturais suecas tem em Estocolmo, capital da Escandinávia, uma Fashion City onde o consumidor, muito exigente, é recetivo a novos produtos, com destaque para os amigos do ambiente e sustentáveis, em particular nos segmentos médio/alto. Forte impacto do e-commerce e das vendas por catálogo, com preferência pelas marcas suecas e nórdicas. Sendo a importação elevada, Portugal é reconhecido como fornecedor de qualidade das marcas suecas (subcontratação).

•   Fileira Casa – apesar da hegemonia das grandes cadeias de retalho, com preferência pelo design e marcas escandinavos (produtos funcionais, de tons claros e pouco exuberantes), Portugal é reconhecido há muito como sendo um parceiro de confiança, apresentando uma boa relação de preço/qualidade da sua oferta mais qualificada.

•   Fileiras Industrial, Subcontratação, Engenharia e Materiais de Construção – ampla e variada base industrial, incluindo uma forte indústria florestal, química e siderúrgica (preponderante), destacando-se ainda, outros setores relevantes (TICES, telecomunicações, automóvel, aeronáutica, aeroespacial, entre outras), que representam oportunidades interessantes para as empresas fornecedoras portuguesas.

 

Partilhar