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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

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Data: Lisboa, 19 e 20 de novembro de 2018

         Porto, 21, 22 e 23 de novembro de 2018

Hora: Reuniões bilaterais, em horário a agendar oportunamente

Local: Lisboa, AICEP - Av. 5 de Outubro, n.º 101

           Porto, AICEP - R. Júlio Dinis, n.º 748, 9.º DTO

Inscrição: Mediante preenchimento e envio da Ficha de Inscrição, até ao final do dia 28 de setembro de 2018, ao seu Gestor de Cliente ou, na falta deste, ao contacto indicado na FIcha

Valor Participação: 147,60 € (IVA incluído) por empresa, após aceitação inscrição

 

Visando incrementar o comércio e o investimento bilaterais entre Portugal e os EUA, designadamente através do melhor aproveitamento das novas oportunidades de negócios proporcionadas pelo mercado, convidamo-lo a participar nesta ação concebida à medida dos seus interesses que pretende responder a questões específicas colocadas pelas empresas nas suas Fichas de Inscrição e prestar aconselhamento personalizado sobre como vender nos EUA, numa perspetiva de primeira abordagem, de qualificar e desenvolver o seu negócio ou de investir no mercado que é o nosso 5.º cliente.

Para o efeito, são agendadas reuniões individuais de 60 minutos com o Responsável pelo Ponto de Rede da AICEP em Nova Iorque, Manuel Couto Miranda, que se desloca propositadamente a Portugal, com este objetivo.

Aproveite esta oportunidade de enriquecer os seus conhecimentos, esclarecer dúvidas e obter o aconselhamento de que precisa para fazer crescer o seu negócio de uma forma sustentável e segura num grande mercado de consumo que é o nosso principal cliente extracomunitário!

 

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Em caso de dificuldade no acesso à ficha de inscrição:

- GUARDAR /SAVE AS (em vez de ABRIR / OPEN) o documento. Preencha a Ficha de Inscrição e proceda ao seu envio de acordo com as indicações;

- Utilize preferencialmente um browser diferente do Internet Explorer (ex.: Google Chrome, Mozzilla Firefox).

 

Porquê os EUA?
 

   Maior economia do mundo, mercado sofisticado, de grande dimensão (cerca de 326 milhões de consumidores) e imenso potencial pelas suas caraterísticas de inovação. Um dos mais competitivos, industrializados e tecnologicamente mais desenvolvidos, com uma elevada taxa de produtividade, já ultrapassou a crise financeira e continua a registar um elevado peso do consumo interno no PIB (69%).

   Maior mercado de Life Sciences mundial e de TICE’s, ocupa a 2ª posição no ranking do Global Competitiveness Index 2017-2018 e o 6.º lugar no ranking global do EIU – Economist Intelligence Unit (82 mercados). Ocupa ainda, o 8.º lugar (em 190) no que respeita à facilidade de fazer negócios (rank do Doing Business Report 2018). É o 1.º recetor e emissor de fluxos de investimento e ocupa o 2.º lugar no comércio mundial de bens como exportador e o 1.º como importador.

   Apesar do pendor protecionista do atual governo, o mercado norte-americano apresenta vastas oportunidades para as empresas portuguesas, nas vertentes de exportação e investimentos mútuos, de parcerias de I&D, de transferência de tecnologias e de lançamento de novos produtos e de exploração de parcerias luso-americanas para a plataforma lusófona de negócios, em particular para África e o Brasil. As caraterísticas da nossa oferta permitem aspirar a que Portugal venha a desempenhar um papel de fornecedor dos EUA mais ativo em alguns setores onde detemos vantagens comparativas que satisfazem os mais elevados padrões de exigência, combinando estratégia / inovação / marketing / preço / design.

   É um dos nossos principais parceiros estratégicos, o 5.º maior cliente desde 2015 e o 1.º fora da UE, representando, em 2017, cerca de 5,2% das nossas exportações de bens. O comércio bilateral de bens e serviços apresenta um saldo amplamente favorável a Portugal; no período de 2013-2017 as nossas exportações registaram um crescimento médio anual de cerca de 8,6%.

   Negociar com os EUA determina, frequentemente, ganhos de sofisticação no produto e de eficácia no processo. Pelo potencial de crescimento ao nível do seu consumo interno e pela complementaridade com a oferta portuguesa é um parceiro de futuro, existindo mais de 3.220 empresas a exportar para os EUA (aumento de 3,6% face a 2016), incluindo PME que procuram crescentemente neste mercado, uma alternativa válida ao comunitário. Esse número teve uma variação média, nos últimos 5 anos, de 7,8%.

   Os EUA retomaram a subcontratação e o sourcing em Portugal. É prestigiante vender nos EUA, sendo um excelente “cartão-de-visita” para qualquer empresa dado o grau de exigência dos seus consumidores.

   Não obstante a forte concorrência doméstica e externa, existe uma complementaridade entre a procura norte-americana e a oferta portuguesa havendo uma boa apetência por produtos e serviços inovadores de maior valor acrescentado, elevado teor tecnológico, preço competitivo e bom serviço pós venda que combinem um mix de inovação, qualidade, design, marketing e preço. A classe média/alta tem um dos mais elevados poderes de compra do mundo. são  consumidores sofisticados, exigentes e recetivos a produtos estrangeiros, particularmente “europeus”.

 ▪  Oferece inúmeras oportunidades às nossas empresas (exportação e investimento) em setores industriais de ponta como sejam as TICE’s, biotecnologia, saúde e lifesciences e outros, mais tradicionais, incluindo máquinas e aparelhos, calçado, têxteis-lar, confeções, materiais de construção, automóvel, mobiliário, energias renováveis, etc. Todos os setores oferecem oportunidades aos produtos e serviços portugueses que apresentem fatores de diferenciação e apostem na inovação.

   Fatores potenciadores das oportunidades: 4 parcerias universitárias; sólido crescimento económico do mercado; abundância de capital de risco público e privado; ecossistema de inovação e financiamento de startups; prática comercial não discriminatória da origem de produtos e serviços; “diversidade de mercados internos estaduais”; crescimento das importações provenientes de Portugal; maior comunidade portuguesa no estrangeiro (1.4M); Convenção para Evitar a Dupla Tributação Fiscal e Acordo sobre Segurança Social.

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