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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

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Data: Lisboa, 24 / tarde e 25 de junho de 2019

         Porto 26 / tarde, 27 e 28 de junho de 2019

Hora: Reuniões bilaterais, em horário a agendar oportunamente

Local: Lisboa, AICEP – R. de Entrecampos, n.º 28, Bloco B – 12.º

           Porto, AICEP - R. Júlio Dinis, n.º 748, 9.º Dir.

Inscrições: Mediante preenchimento e envio da Ficha de Inscrição, até ao final do dia 18 de abril de 2019, ao seu Gestor de Cliente ou, na falta deste, ao contacto indicado na Ficha
Valor Participação:
147,60 € (IVA incluído) por empresa, após aceitação inscrição
Regiões / Setores Cobertos: Pequim, Xangai e Norte da China – Agroalimentar, Energia e Ambiente, Saúde e Life Sciences, TIE’s, Bens de Luxo, Design (Casa e Moda), Materiais de Construção e Automóvel e seus Componentes

 Visando incrementar o comércio e o investimento bilaterais entre Portugal e a China, designadamente através do melhor aproveitamento das novas oportunidades de negócios proporcionadas pelo mercado, convidamo-lo a participar nesta ação concebida à medida dos seus interesses que pretende responder a questões específicas colocadas pelas empresas na sua Ficha de Inscrição e prestar aconselhamento personalizado sobre como vender na China, numa perspetiva de primeira abordagem, de qualificar e desenvolver o seu negócio ou de investir neste mercado que tem registado um crescente interesse a nível empresarial.
 

Para o efeito, são agendadas reuniões individuais de 60 minutos com o Responsável pelo Ponto de Rede da AICEP em Pequim, João Manuel Falardo que se desloca propositadamente a Portugal.

Aproveite esta oportunidade de enriquecer os seus conhecimentos, esclarecer as suas dúvidas e obter o aconselhamento de que precisa para fazer crescer o seu negócio de uma forma sustentável e segura num mercado de enorme potencial.
 

Porquê a China?

   Mercado de dimensão quase continental, com cerca de 1,4 mil milhões de consumidores, a China é hoje um mercado incontornável e um dos protagonistas mais relevantes do Comércio Internacional (1.ª exportadora, com uma quota de 12,8% e 2ª importadora, com uma quota de 10,2% - World Trade Organization), e um dos principais recetores e emissores de fluxos de investimento direto estrangeiro, registando o seu produto interno bruto (PIB), em termos nominais, um dos maiores valores a nível mundial, com um crescimento estimado em 6,6% em 2018 (EIU – The Economist Intelligence Unit). Mesmo prevendo-se para 2019 uma desaceleração do crescimento da economia chinesa, o PIB continuará muito elevado, estimando-se um acréscimo de 6,2% (World Economic Outlook de janeiro do FMI – Fundo Monetário Internacional), progressivamente mais assente no consumo interno e serviços.

   É um dos mercados de maior potencial e está entre os mais competitivos, sendo considerada um dos principais “motores” da economia mundial, pelo seu crescimento generalizado e acelerado, fruto das conquistas da reforma económica das últimas décadas, da sua inserção no contexto internacional e da aposta no desenvolvimento sustentável, posicionando-se como um dos principais players da atualidade e colocando às nossas PME desafios proporcionais à sua dimensão continental. Com um setor produtivo poderoso e o maior montante de reservas financeiras do mundo, ocupa, atualmente, a 27ª posição no ranking do Global Competitiveness Index 2017-2018.

   A impressionante expansão do consumo chinês reflete-se nas importações – com uma classe média urbana de mais de 300 milhões de pessoas e um universo de potenciais compradores de produtos importados de mais de 150 milhões, com elevado poder de compra, forte propensão para o consumo e grande apetência por produtos e marcas europeias, as oportunidades para as empresas portuguesas proliferam, tanto nas vertentes de exportação e investimentos mútuos, como de parcerias visando a plataforma lusófona de negócios, em particular África e Brasil. Prevendo-se uma massificação crescente desta classe, com cada vez mais poder de compra, tenderá a aumentar o segmento de uma procura mais sofisticada e exigente de produtos que combinem um mix de qualidade, inovação, marketing, preço e design, estando comprovada a competitividade da oferta portuguesa em termos de custo e qualidade de produção, sobretudo em determinados setores/fileiras e sendo os casos de sucesso consistente de empresas a operar na China cada vez mais frequentes.

   Com um relacionamento de mais de 500 anos e sólidas relações diplomáticas, Portugal mantém com a China uma balança comercial deficitária e, por isso, com grande margem de crescimento, tendência que se tem vindo a manter nos últimos anos (crescimento médio das nossas exportações, no período de 2013-2017, de 8,2% e, em 2017, de 24% face ao ano anterior, ascendendo a 842 M€). A China já é o nosso 11.º cliente e 5.º extracomunitário. Com a celebração dos 40 anos de relações diplomáticas entre ambos os países, o foco está direcionado para o reforço do relacionamento bilateral, político e económico, realçando-se os instrumentos de cooperação já assinados sobre matérias comerciais e económicas e a deslocação à China do Presidente da República Portuguesa, no próximo mês de março.

   Pelo potencial de crescimento do seu consumo interno e pela complementaridade com a oferta portuguesa mais qualificada e diferenciadora, a China é um parceiro de futuro, sendo já mais de 1.500, as empresas a aproveitar a enorme riqueza de oportunidades de negócio deste gigante asiático, com nichos de elevado valor e potencial por explorar.

   Não obstante o ambiente de forte concorrência no mercado, são tidas como áreas mais promissoras para as nossas exportações de produtos e serviços que apresentem fatores de diferenciação e apostem na inovação, de acordo com o comportamento da procura chinesa, o setor Automóvel e seus Componentes; o Agroalimentar (incluindo vinhos); os Materiais de Construção; a Energia (vertente renováveis) e Ambiente; as Tecnologias de Informação; os Bens de Luxo; o Design associado às Fileiras Moda e Casa; a Saúde e Life Sciences.

   A nível regional, Xangai é aclamada pela sua performance em termos de conectividade, ambiente de negócios favorável, potencial económico, capital humano e estilo de vida. É um importante hub financeiro internacional e concentra, paralelamente, as atividades económicas relacionadas com as TIE’s, serviços de comércio, e produção industrial. Tem o porto mais movimentado do mundo, com muitas oportunidades logísticas para as empresas que exportam para este país. Por seu turno, Pequim, capital do país, com uma população de cerca 20 milhões de habitantes, tem recebido, nos últimos anos, muitos projetos de investimento, fazendo parte da estratégia das autoridades chinesas desenvolver a área das tecnologias de informação, comunicações e eletrónica, entre outras. Pequim é a cidade que aglomera o maior número de empresas inscritas na Fortune Global 500.

Não obstante, existem crescentes oportunidades nas cidades de segunda e terceira linha, que têm conhecido um desenvolvimento económico multissetorial importante, acolhendo avultado investimento, privado e público e merecendo um olhar atento dos exportadores nacionais.

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